| Processo: | 23/04955-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2023 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Minas - Pesquisa Mineral |
| Pesquisador responsável: | Neilo Marcos Trindade |
| Beneficiário: | Alexia Oliveira Silva |
| Supervisor: | Makaiko Liwiro Chithambo |
| Instituição Sede: | Instituto de Física (IF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Rhodes University, África do Sul |
| Vinculado à bolsa: | 20/15626-6 - Estudo das propriedades ópticas e termoluminescentes de alexandritas brasileiras, BP.IC |
| Assunto(s): | Alexandrita Dosimetria Minerais Termoluminescência Luminescência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alexandrita | Dosimetria | mineral | Termoluminescência | Luminescência de Minerais |
Resumo A Alexandrita (BeAl2O4: Cr3+) é uma das variedades de crisoberilo amplamente encontrada no Brasil e tem sido estudada, recentemente, como material dosimétrico natural, pois sua composição combina BeO e Al2O3, óxidos utilizados comercialmente como dosímetros. Estudos prévios com radiação beta desenvolvidos no Brasil mostraram que a alexandrita apresenta cinco picos TL (taxa de aquecimento de 1ºC/s), ~75°C, 130ºC, 175ºC, 250ºC e 300ºC, sendo que os dois últimos picos apresentam características dosimétricas. Além da radiação beta, os picos dosimétricos da alexandrita têm sido investigados, mostrando resultados promissores, para radiação UVC e raios-X, permitindo uma ampla área de aplicações. No entanto, neste momento, investigações mais aprofundadas são propostas para o estudo de defeitos na alexandrita, como estudar os modelos teóricos envolvidos e aplicar instrumentação variada das técnicas de TL (termoluminescência fototransferida-PTTL). Portanto, o objetivo deste projeto é realizar a análise teórica e investigar a possibilidade da presença de armadilhas profundas e seu comportamento no mineral. O trabalho será apoiado pelo grupo de pesquisa luminescente da Universidade de Rhodes, que tem experiência em PTTL a partir de minerais. (AU) | |
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