| Processo: | 19/08257-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química |
| Pesquisador responsável: | Ana Flávia Nogueira |
| Beneficiário: | Lucas Scalon |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Empresa: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Química (IQ) |
| Vinculado ao auxílio: | 17/11986-5 - Geração e Armazenamento de Novas Energias: trazendo desenvolvimento tecnológico para o país, AP.PCPE |
| Assunto(s): | Células solares Perovskita Sistemas fotovoltaicos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células solares de perovskita | Materiais Transportadores de Buraco | Perovskitas de Baixa Dimensionalidade | Células solares |
Resumo A tecnologia fotovoltaica tem se demonstrado uma promissora alternativa para geração de energia limpa e renovável. Nesse contexto, as células solares de perovskita (PSC) merecem destaque entre as tecnologias emergentes uma vez que apresentam manufatura de baixo custo, em relação a tecnologia baseada no silício, além dos elevados valores de eficiência (superando o silício policristalino). Isso torna essa tecnologia altamente competitiva e promissora. Entretanto, a instabilidade das PSC é um fator limitante para sua aplicação comercial. Uma maneira de melhorar esse problema consiste no uso de estruturas de perovskitas de baixa dimensionalidade (LDP) nas interfaces do dispositivo, cujo objetivo principal é o aumento da energia de formação e do caráter hidrofóbico, tornando a camada ativa mais resistente à degradação por oxigênio e água. Dessa forma, a proposta desse projeto de Mestrado consiste na síntese e caracterização de novos materiais transportadores de buracos (HTM) cujas estruturas permitam, além do transporte de buracos, a geração de estruturas LDP na interface com a perovskita. Nessa abordagem, além de se apresentarem alternativas ao uso do Spiro-OMeTAD - um material caro, instável e amplamente utilizado como camada transportadora de buracos em PSC - será possível esperar um aumento da estabilidade ocasionado pela formação da camada hidrofóbica de LPD na interface com o filme de perovskita. (AU) | |
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