| Processo: | 19/13516-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Zootecnia - Genética e Melhoramento dos Animais Domésticos |
| Pesquisador responsável: | Pedro de Magalhães Padilha |
| Beneficiário: | Renata Aparecida Martins |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Proteômica Biomarcadores Tecido hepático Plasma (líquidos corporais) Frangos de corte Suplementação alimentar Cobre Manganês Espectrometria de absorção atômica em forno de grafite Espectrometria de massas por ionização por electrospray |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biomarcadores | Esi-Ms-Ms | Gfaas | Hidroxicloretos | Metaloproteoma | microminerais | 2D Page | Proteômica |
Resumo O cobre e o manganês são considerados microminerais essenciais para os frangos de corte, sendo responsáveis por uma ampla gama de funções fundamentais para manter a saúde e o desempenho dos animais. As principais fontes de suplementação desses minerais são provenientes de sais inorgânicos, conhecidos por apresentarem baixa biodisponibilidade devido a ocorrência de antagonismos no tratogastrointestinal. Por outro lado, os hidroxicloretos constituem uma fonte potencial de suplementação de cobre e manganês, em função da maior proporção de ligações covalentes que reduzem as chances de ocorrer interações negativas com outros nutrientes. As ferramentas metaloproteômicas podem ser utilizadas na avaliação da biodisponibilidade de diferentes fontes de suplementação, bem como na elucidação dos papéis biológicos, da essencialidade e da toxicidade do cobre e manganês em frangos de corte. Neste sentido, o objetivo geral da proposta de trabalho, será identificar possíveis biomarcadores associados com a deficiência, excesso e biodisponibilidade do cobre e manganês, oriundos de duas fontes de suplementação (sulfatos e hidroxicloretos), utilizando estratégias proteômicas/metaloproteômicas em amostras de tecido hepático e plasma de frangos de corte. Os tratamentos serão determinados a partir do esquema fatorial 2x3+2, sendo dois níveis de cobre (15 e 150 ppm) e três níveis de manganês (40, 80 e 120 ppm), em que serão utilizados como fonte de suplementação os hidroxicloretos, e mais dois grupos controles onde serão utilizados os sulfatos com níveis de acordo com a recomendação (15 ppm Cu e 80 ppm de Mn) e acima da recomendação (150 ppm de Cu e 120 ppm de Mn) para frangos de corte. Aos 42 e 43 dias de idade serão realizadas as coletas de sangue para obtenção do plasma, e tecido hepático respectivamente. Após a coleta, serão realizados os procedimentos de extração da fração proteica das amostras para obtenção do proteoma por eletroforese bidimensional (2D-PAGE) de gel de poliacrilamida. Posteriormente, serão realizados os procedimentos de extração do cobre e manganês dos spots proteicos por espectrometria de absorção atômica em forno de grafite (GFAAS), e os procedimentos de preparo dos spots para caracterização das proteínas associadas a esses minerais por espectrometria de massas em sequência com ionização por eletrospray (ESI-MS/MS). Em seguida, será feita a análise de expressão dessas proteínas e estudos de bioinformática utilizando softwares Blast2GO, Cytoscap e DAVID para identificar os níveis funcionais, vias metabólicas e interações proteína-proteína. A identificação de biomarcadores responsivos às concentrações de cobre a manganês no tecido hepático e plasma de frangos de corte, podem produzir respostas mais confiáveis sobre a biodisponibilidade, essencialidade e toxicidade desses minerais. (AU) | |
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