| Processo: | 17/09466-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Recursos Pesqueiros de Águas Interiores |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Pedro de Magalhães Padilha |
| Beneficiário: | Izabela da Cunha Bataglioli |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Metalômica Proteômica Métodos bioanalíticos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Blast2Go | Esi-Ms | Mercúrio em peixes amazônicos | metalômica | Ms | proteômica | String | Bioanalítica |
Resumo Na Amazônia as altas concentrações de mercúrio encontradas em solo, sedimentos, peixes e seres humanos têm sido reportadas em diversos trabalhos nas últimas décadas. No entanto, estudos relacionados à elucidação dos mecanismos de toxicidade do mercúrio na ictiofauna e nas populações ribeirinhas em nível celular, de fundamental importância socioambiental, ainda são poucos. O desenvolvimento de biomarcadores relacionados ao mapeamento e expressões de proteínas associadas ao mercúrio poderá indicar previamente possíveis riscos de contaminação do pescado e da exposição humana. Neste contexto, a metalômica, área científica proposta recentemente, apresenta-se como proposta inédita e inovadora na identificação de biomarcadores de mercúrio associados às proteínas. Estudos metaloproteômicos recentes com peixes da região amazônica, desenvolvidos por grupo de pesquisadores da UNESP de Botucatu, permitiram o fracionamento e caracterização de algumas proteínas associadas ao mercúrio com características de biomarcador. No entanto, os aspectos fisiológicos e funcionais dessas proteínas associadas mercúrio nos peixes amazônicos e os mecanismos de adaptação apresentados por estes animais frente à exposição ao metal ainda não foram elucidados. Assim, a proposta de trabalho busca desenvolver e validar métodos analíticos para avançar no conhecimento em busca de biomarcadores proteicos/enzimáticos da contaminação de mercúrio em amostras de tecido muscular e hepático de pirarucu (Arapaima gigas) coletado em áreas próximas do reservatório da Usina Hidrelétrica de JIRAU - Rio Madeira utilizando-se as seguintes estratégias metaloproteômicas: fracionamento do proteoma das amostras por 2D PAGE; mapeamento do mercúrio nos spots proteicos por GFAAS; caracterização das proteínas associadas ao mercúrio por ESI-MS-MS e utilização de procedimentos de bioinformática que poderão contribuir no conhecimento dessas proteínas em níveis fisiológicos e funcionais, das vias metabólicas e interações proteína-proteína. (AU) | |
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