| Processo: | 20/08512-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Felipe Fregni |
| Beneficiário: | Sara Barbosa Franco |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/12943-8 - O déficit da inibição como marcador de neuroplasticidade na reabilitação, AP.SPEC |
| Assunto(s): | Medicina física e reabilitação Plasticidade neuronal Biomarcadores Eletroencefalografia Espectroscopia de luz próxima ao infravermelho Estimulação magnética transcraniana |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biomarcadores | Eletroencefalografia | Estimulacao Magnetica Transcraniana | Neuroplasticidade | Reabilitação | Medicina Física e Reabilitação (Fisiatria) |
Resumo De acordo com a OMS, mais de um bilhão de pessoas no mundo possuem alguma deficiência, o que não é apenas uma questão de saúde pública, mas também de direitos humanos. Em 2015, o Global Burden of Diseases apresentou evidências epidemiológicas mundiais de que 74% do total de anos vividos com incapacidade estão relacionados a condições de saúde que podem ser beneficiadas pela reabilitação. Por essa razão, o desenvolvimento de novas terapias e pesquisas em reabilitação são um dos principais objetivos do Plano de Ação Global da OMS para 2014-2021. No entanto, o pouco conhecimento sobre os mecanismos biológicos envolvidos no processo de reabilitação é uma das principais limitações enfrentadas para a construção de um conhecimento sólido. Há evidências de que a plasticidade cerebral é o mecanismo central envolvido no processo de recuperação funcional de pacientes com déficit de diferentes etiologias. Embora muito já se tenha avançado no entendimento da plasticidade cerebral, pouco foi incorporado na prática da reabilitação, principalmente pela escassez de desenhos de estudo que privilegiem a translação do conhecimento. Dessa forma, propõe-se um estudo em quatro grupos de sujeitos (com AVC, lesão medular, amputações e Osteoartrose) visando a entender os mecanismos de neuroplasticidade envolvidos no processo de reabilitação motora, utilizando para isso as técnicas de EMT, fNIRS e EEG de alta densidade, antes e depois do período de reabilitação. Por meio deste projeto espera-se obter um melhor entendimento dos mecanismos de neuroplasticidades envolvidos na reabilitação e desenvolver biomarcadores neurofisiológicos "transdiagnósticos", os quais terão grande relevância para o aperfeiçoamento científico e terapêutico da reabilitação. (AU) | |
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