| Processo: | 20/10964-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2023 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Matemática - Matemática Aplicada |
| Acordo de Cooperação: | Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Minciencias) |
| Pesquisador responsável: | Cláudia Pio Ferreira |
| Beneficiário: | Cláudia Pio Ferreira |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Olga Vasilieva |
| Instituição Parceira no exterior: | Universidad del Valle (Univalle) , Colômbia |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Pesquisadores associados: | Daiver Cardona-Salgado ; Helenice de Oliveira Florentino Silva ; Lilian Sofia Sepulveda Salcedo |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 23/05734-4 - 23a Conferência da IFORS, AR.EXT |
| Assunto(s): | Biomatemática Sistemas dinâmicos Modelos matemáticos Controle biológico Controle químico Aedes aegypti |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dynamical systems | Eco-friendly control | Mathematical Modeling | Biomatemática |
Resumo
A abordagem mais ampla para reduzir as infecções por arbovírus em humanos é a supressão da população de vetores por meio do uso de controle químico e mecânico. Porém, o uso prolongado e intensivo de produtos químicos promove o desenvolvimento de resistência dos mosquitos aos produtos químicos utilizados. Atualmente, o uso de mosquitos infectados com Wolbachia, uma bactéria que inibe a transmissão de arbovírus, está sendo estudado como um potencial controle biológico. Nesse cenário, a modelagem matemática tornasse um ferramenta necessária para avaliar e comparar o desempenho das cepas de bactérias utilizadas(wMelPop, wMel e wAu). Existem duas maneiras de introduzir insetos portadores de Wolbachia em populações selvagens: (1) por uma única liberação inundativa; (2) por liberações inoculativas periódicas. Em ambos os casos, as seguintes métricas devem ser estimadas: (i) o número total de insetos a serem liberados; (ii) o tempo necessário para o estabelecimento da população invasora; (iii) o tamanho máximo da população de vetor selvagem remanescente que ainda persistente após a invasão. Além do estudo da nova cepa wAu não portadora do fenótipo CI, outra novidade de nossa abordagem é considerar que a transmissão materna é imperfeita, característica que em geral e ignorada em muitos modelos matemáticos existentes. Vale ressaltar que a modelagem e análise matemática combinadas com simulações oferecem um laboratório in silico para explorar diversos cenários com baixo custo. Os resultados do nosso projeto podem fornecer uma base científica essencial para o uso do controle biológico. (AU)
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