| Processo: | 20/16549-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2024 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Paolo Bartolini |
| Beneficiário: | Paolo Bartolini |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Cibele Nunes Peroni ; João Ezequiel de Oliveira ; Miriam Fussae Suzuki |
| Assunto(s): | Reprodução animal Peixes Pirarucu Terapia genética Hormônio do crescimento Hormônios hipofisários |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arapaima gigas | Electroporation | gene therapy | growth hormone | molecular biology | Reproduction | Gene Therapy |
Resumo
O Grupo de Pesquisa de hormônios hipofisários do Centro de Biotecnologia do IPEN-CNEN/São Paulo já publicou diversos trabalhos relativos a técnicas de Terapia Gênica de crescimento, ou seja, baseadas na injeção do gene (DNA) do hormônio de crescimento humano (hGH) ou de camundongo (mGH), no músculo de camundongos anões, acompanhada por eletroporação. Paralelamente, o mesmo Grupo dedicou-se à clonagem, síntese e caracterização dos hormônios hipofisários do gigantesco peixe amazonense "Arapaima gigas" (Pirarucu) chegando também à síntese e análise filogenética de suas duas gonadotrofinas (agFSH e agLH), estando agora completando a clonagem do agGH e agTSH. Após o mesmo grupo ter realizado trabalho de campo na "Piscicultura Raça" (Canabrava do Norte, MT), em colaboração também com a "Embrapa Pesca e Aquicultura" (Palmas, TO), ficou constatado que uma das prioridades dos criadores de Pirarucu é o seu possível tratamento com o próprio hormônio de crescimento (agGH), a fim de melhorar aspectos como seu crescimento, a reprodução em cativeiro e incremento de massa muscular. Chegou-se assim à conclusão que a nossa técnica de Terapia Gênica, já padronizada em camundongo, poderia ser eficaz para esta finalidade, isto considerando que, obviamente, o r-agGH injetável ainda não está disponível e que repetidas injeções já se demonstraram sumamente estressantes nesta espécie, afastando-a de uma correta alimentação. O presente trabalho se propõe, portanto, a padronizar a referida técnica em Arapaima gigas juvenis de 5 kg de peso (idade 180 dias), estudando as melhores condições terapêuticas e, determinando os níveis de agGH circulante em bioensaios de 7 dias (curta duração) e de 30 dias (longa duração). O trabalho será realizado em colaboração com os mencionados grupos de Palmas (TO) e Canabrava do Norte (MT). A obtenção de resultados positivos neste estudo poderá abrir o caminho a futuros protocolos de tratamento a serem realizados nesta mesma espécie de peixe. (AU)
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