| Processo: | 21/00766-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Eduardo Andrade Botelho de Almeida |
| Beneficiário: | Rogério Botion Lopes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/09215-6 - Desimpedimento taxonômico de vespas aculeadas: visões micro e macro-regionais da fauna neotropical, AP.BTA.TEM |
| Assunto(s): | Filogenia Vespidae Hymenoptera Distribuição geográfica Eussocialidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dados comportamentais | Dados Moleculares | Distribuição geográfica | Filogenia | Taxonomia | Sistemática filogenética e taxonomia de Vespidae (Hymenoptera) |
Resumo Vespidae é uma família de Hymenoptera cujos representantes mais conhecidos no Brasil são os Polistinae conhecidos como marimbondos, vespas que apresentam comportamento social. Apesar disso, grande maioria das espécies estão em Eumeninae, uma subfamília tipicamente solitária, mas com poucos representantes apresentando comportamento pré-social. Dentre esses grupos estão alguns representantes de Zethini, que é representado no território brasileiro apenas por Zethus, o gênero com maior número de espécies dentro da família. De fato, na elaboração de teorias referentes à evolução do comportamento social, Zethus tem sido utilizado como um representante da transição do comportamento solitário para o social. Isso ganhou força recentemente com o advento de algumas propostas filogenéticas que posicionam o Zethini próximo a Polistinae e Vespinae, táxon eussociais. Apesar de sua grande diversidade, o gênero demonstra constante crescimento, com várias descrições de espécies recentes, além de adições a registros distribucionais. Sua classificação subgenérica passou por várias alterações no passado, e recentemente, linhagens robustas que podem corresponder a novos subgêneros foram identificadas, o que elevaria o número de quatro para nove subgêneros. Apesar disso, o suporte para a relação entre essas linhagens é baixo. Assim, visando romper a latência na taxonomia do grupo, sugere-se realização de coletas e visitas a coleções de modo a buscar espécies desconhecidas assim como registros novos e ao mesmo tempo, realizar uma análise que venha a estabelecer apropriadamente as relações subgenéricas de Zethus. Espera-se também que com o aumento amostral de dados filogenômicos, possa-se ampliar o entendimento das relações entre os diferentes táxons de Vespidae e, consequentemente, sobre a origem da socialidade nessa família e seus traços evolutivos. (AU) | |
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