| Processo: | 22/04991-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Pesquisador responsável: | Ana Claudia Muniz Renno |
| Beneficiário: | Gustavo Oliva Amaral |
| Instituição Sede: | Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/10228-5 - Rede interdisciplinar para o desenvolvimento biotecnológico de biomateriais de origem marinha para uso na saúde humana: acometimentos patológicos do sistema osteoarticular, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/07615-2 - Aumento das propriedades mecânicas de colágenos marinhos para regeneração do tecido ósseo: caracterização físico-química e mecânica, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Biomateriais Engenharia tecidual Impressão tridimensional Biotecnologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biomateriais | Engenharia de Tecidos | impressão 3D | Biotecnologia |
Resumo A pele é o maior órgão do organismo e está vulnerável a traumas e injúrias devido ao contato constante com o ambiente externo, portanto desenvolve o papel fundamental de proteger o corpo humano desses ataques. As feridas cutâneas são problemas de saúde que acometem a qualidade de vida dos indivíduos, dessa forma, estudos relacionados a métodos terapêuticos de tratamento de feridas cutâneas se mostram necessários para que o paciente se recupere da lesão da forma mais eficiente possível, incorrendo em um baixo custo de tratamento. Sendo assim, levanta-se a hipótese de que os curativos cutâneos de colágeno de esponja marinha e de pele de peixe produzidos por impressão 3D mostrarão características físico-químicas e biológicas eficientes para o reparo cutâneo. Tendo isso em vista, os objetivos desse trabalho são: (I) Manufaturar curativos de colágeno de esponja marinha e de pele de peixe através da técnica de impressão 3D; (II) Caracterizar as propriedades morfológicas e físico-químicas dos curativos; (III) Avaliar a biocompatibilidade e a viabilidade celular dos curativos. A tinta será produzida a uma concentração de alginato de sódio de 4% em uma proporção em massa 1:9 com colágeno. Então, serão impressos curativos com 20 mm de diâmetro e 2 mm de altura e na sequência serão liofilizados e esterilizados com UV. Posteriormente serão realizados testes de caracterização (pH, degradação, perfil de hidratação, Análise de Infravermelho por transformada de Fourier (FTIR), Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) e cálculo de porosidade) e os testes in vitro (Ensaio de adesão celular e Ensaio de citotoxicidade pelo método de MTT). Após, os dados serão analisados estatisticamente pelo teste de normalidade de Shapiro Wilk e a análise de variância pelo teste ANOVA- Two way. (AU) | |
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