| Processo: | 22/12043-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula de Lima Batista |
| Beneficiário: | Ana Paula de Lima Batista |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Pesquisadores associados: | Antonio Gustavo Sampaio de Oliveira Filho |
| Assunto(s): | Química computacional Fotoquímica Fotofísica Estrutura eletrônica Estado excitado Espectroscopia eletrônica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Espectroscopia Eletrônica Computacional | estado excitado | Estrutura eletrônica | Fotofísica | fotoquímica | processos sustentáveis | Química Computacional |
Resumo
O uso de fotossensibilizadores no aproveitamento da luz como reagente para aplicações em fotocatálise, fotodegradação e dispositivos fotovoltaicos é um modo de tornar esses processos mais sustentáveis. Entretanto, a maioria dos fotossensibilizadores são complexos de metais 4d ou 5d, metais menos abundantes e mais caros. Uma alternativa é a substituição desses metais por outros mais abundantes, tais como os da primeira série de transição.Os cálculos da química computacional, em especial, os métodos multiconfiguracionais, são poderosas ferramentas empregadas para o estudo detalhado da estrutura eletrônica desses sistemas nos estados eletrônicos fundamental e excitados. A compreensão da estrutura eletrônica desses sistemas e o entendimento da correlação entre estrutura e atividade, por sua vez, permitem melhorias no desempenho de fotossensibilizadores existentes e a estruturação de novos.Esperamos propor um protocolo baseado em métodos multiconfiguracionais robusto, capaz de contribuir para um melhor entendimento de como as mudanças estruturais nos complexos metálicos estudados afetam as suas propriedades espectroscópicas, além de explicar os dados experimentais já coletados. Com esse entendimento em mãos, novos complexos de metais 3d serão apontados como potenciais fotossensibilizadores e melhorias poderão ser feitas para aqueles já em uso. (AU)
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