| Processo: | 22/12605-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Cláudia Lúcia de Moraes Forjaz |
| Beneficiário: | Cláudia Lúcia de Moraes Forjaz |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | John Robert Halliwill ; Kátia de Angelis Lobo D Avila ; Leandro Campos de Brito |
| Assunto(s): | Fisiopatologia Exercício físico Endotélio Pressão sanguínea Rigidez vascular Ritmo circadiano Treinamento aeróbio Idosos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | exercício físico | Função endotelial | pressão arterial | Rigidez arterial | ritmo circadiano | Fisiopatologia do Exercício Físico |
Resumo
A hipertensão arterial é uma doença de elevada prevalência em idosos. O aumento da pressão arterial (PA) com o avanço da idade decorre de diversas alterações fisiológicas, dentre as quais se destacam as vasculares, como o aumento da espessura da parede e da rigidez arterial e a diminuição da condutância vascular e da função endotelial. Essas alterações favorecem o aumento da resistência vascular periférica (RVP) como principal determinante da elevação da PA. O treinamento aeróbico (TA), recomendado no tratamento da hipertensão arterial, reduz a PA, em parte, por sua ação nos mecanismos supracitados. Em adição, em estudo anterior financiado pela FAPESP, demonstramos maior redução da PA e da RVP com o TA realizado ao final do dia do que pela manhã, indicando uma influência circadiana nos efeitos deste treinamento sobre os mecanismos vasculares, o que precisa ser investigado para uma melhor compreensão desse fenômeno, visando sua aplicação clínica. Assim, este estudo visa comparar os efeitos do TA realizado em diferentes fases do dia (manhã e final do dia) sobre os mecanismos vasculares de regulação da PA em idosos hipertensos medicados. Para isso, 60 idosos de ambos os sexos com hipertensão arterial e em uso regular de anti-hipertensivos serão divididos aleatoriamente em 3 grupos: TA pela manhã (7-10h), TA ao final do dia (17-20h) e controle (metade em cada horário). Antes e após 10 semanas de intervenção, as seguintes variáveis serão avaliadas: PA (auscultatória), débito cardíaco e RVP (reinalação de CO2), espessura da parede da artéria carótida (ultrassonografia), rigidez arterial (índice de rigidez ²), condutância vascular e função endotelial (ultrassonografia da artéria braquial) e biodisponibilidade de NO (razão nitrato/nitrito). Durante o período de intervenção, os grupos de TA pedalarão em cicloergômetro, 3 vezes por semana, por 30-45 min em intensidade moderada, e o grupo controle fará sessões de 30 min de exercícios de alongamento. Os dados serão analisados por ANOVAs mistas de 2 fatores, considerando P menor ou igual 0,05 como significante. (AU)
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