| Processo: | 23/12905-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2027 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública |
| Acordo de Cooperação: | ESRC, UKRI |
| Pesquisador responsável: | Alicia Matijasevich Manitto |
| Beneficiário: | Alicia Matijasevich Manitto |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Sarah Louise Halligan |
| Instituição Parceira no exterior: | University of Bath , Inglaterra |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Sarah Louise Halligan |
| Instituição Parceira no exterior: | University of Bath , Inglaterra |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Abbie Jordan ; Abigail Fraser ; Gemma Hammerton ; Graeme Fraser Fairchild ; Iná da Silva dos Santos ; Jon Heron ; Luciana Tovo Rodrigues ; Marcia Thereza Cavalcanti Couto |
| Assunto(s): | Estudos de coortes Jovens Saúde mental Medicina preventiva |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doenças cardiometabólicas | Estudo de coorte | jovens | maus tratos | Métodos mistos | Saúde Mental | Medicina Preventiva |
Resumo
Pessoas que foram expostas a traumas na infância apresentam um risco aumentado de desenvolver doenças cardiometabólicas (DCM) na vida adulta. O desenvolvimento dessas doenças está intimamente relacionado ao estilo de vida, com certos "comportamentos de risco à saúde" desempenhando um papel importante em sua origem, como o tabagismo, dieta inadequada, sono insuficiente e falta de exercício. Os mecanismos pelos quais o trauma na infância leva a comportamentos de risco à saúde e DCM ainda não são totalmente compreendidos. A exposição ao trauma na infância também contribui para o risco de vários transtornos de saúde mental, sendo responsável por quase metade de todos os transtornos mentais que se iniciam na infância e um quarto daqueles que surgem na idade adulta. O projeto possui dois componentes: 1) um componente quantitativo que visa examinar os caminhos pelos quais a exposição ao trauma na infância leva a comportamentos de risco e DCM, aprofundando-se no potencial papel mediador dos transtornos mentais nessas associações; e 2) um componente qualitativo que pretende auxiliar na interpretação dos resultados quantitativos e obter perspectivas diversas sobre as possíveis vias do trauma para a saúde mental e comportamentos de risco cardiometabólicos nesta população. Serão avaliados jovens que fazem parte de uma coorte brasileira de base populacional, que possui medidas detalhadas de exposição ao trauma, saúde mental, principais comportamentos de risco cardiometabólicos e indicadores de saúde cardiometabólica, todos registrados repetidamente ao longo do desenvolvimento até os 18 anos. Os resultados do presente projeto contribuirão para a formulação de recomendações e o desenvolvimento de estratégias preventivas destinadas a reduzir as consequências médicas e sociais dos maus tratos na infância na vida adulta. (AU)
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