| Processo: | 92/02962-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 1992 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 1994 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos |
| Pesquisador responsável: | Reginaldo Muccillo |
| Beneficiário: | Reginaldo Muccillo |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Materiais avançados Materiais cerâmicos Espectroscopia de impedância |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ceramicas Eletricas | Ceramicas Eletronicas | Eletrolitos Solidos | Espectroscopia De Impedancia |
Resumo
A espectroscopia de impedância permite avaliar a dependência da impedância complexa com a freqüência do estimulo elétrico. E uma técnica experimental extremamente importante para o estudo de materiais cerâmicos poli-cristalinos, principalmente por causa da possibilidade de separação das diferentes respostas resultantes da interação do campo elétrico ac com o sistema físico constituído por eletrodos/grão/contorno de grão/segundas fases. Cerâmicas à base de zircônia (ZrO2) e de torta (ThO2) serão estudadas a fim de se verificar os efeitos de aditivos de sinterização no comportamento elétrico dessas cerâmicas nas suas regiões eletrolíticas. A montagem de um sistema experimental para a determinação de gráficos de Nyquist (-Z" x Z') na faixa de freqüências entre 5 Hz e 10 MHz em materiais cerâmicos entre a temperatura ambiente e 1000 ºC permitirá um amplo desenvolvimento no campo de espectroscopia de impedância, que poderá se extender futuramente ao estudo de outros materiais. O Projeto contará com a colaboração do grupo de Espectroscopia de Impedância do Laboratoire d'Ionique et d'Etectrochimie du Solide de Grenoble, França, que já forneceu softwares de controle de equipamentos e de análises de dados, bem como projetos de câmaras porta-amostras para o arranjo experimental. O Projeto contará também com a colaboração de outros pesquisadores do IPEN, trabalhando em materiais compósitos e em corrosão, que já podem prever os benefícios que advirão com a implantação da nova técnica em nossos Laboratórios. (AU)
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