| Texto completo | |
| Autor(es): |
Raimunda Beserra Silva
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Lúcia Costa-Paiva
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Mariana Mari Oshima
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Sirlei Siani Morais
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Aarão Mendes Pinto-Neto
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Número total de Autores: 5
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas. Departamento de Tocoginecologia - Brasil
[2] Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas. Departamento de Tocoginecologia - Brasil
[3] Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas - Brasil
[4] Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas. Departamento de Tocoginecologia - Brasil
[5] Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas. Departamento de Tocoginecologia - Brasil
Número total de Afiliações: 5
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia; v. 31, n. 10, p. 496-502, 2009-10-00. |
| Resumo | |
OBJETIVO: avaliar a frequência de quedas e sua associação com parâmetros estabilométricos de equilíbrio corporal em mulheres na pós-menopausa com e sem osteoporose. MÉTODOS: estudo corte transversal que incluiu 266 mulheres com e sem osteoporose, acima de 60 anos, amenorreia de no mínimo 12 meses. As mulheres foram entrevistadas quanto à ocorrência de quedas nos últimos 12 meses, informações clínicas e sociodemográficas. O diagnóstico de osteoporose foi verificado pela densitometria óssea e o equilíbrio corporal avaliado com plataforma de força. Para análise estatística foram calculadas médias, desvios padrão, percentuais, teste de Mann-Whitney, χ2 e Odds Ratio, coeficiente de correlação de Spearman. RESULTADOS: mulheres com osteoporose apresentaram menor índice de massa corpórea (IMC), menor escolaridade, menor tempo de uso de terapia hormonal e menor idade na menopausa. A frequência de quedas foi significativamente maior no grupo de mulheres com osteoporose (51,1%) (p<0,01), que apresentaram risco ajustado 1,9 (1,3 a 3,4) vez maior de quedas e 3,2 (1,2 a 8,2) vezes maior de quedas recorrentes que o grupo sem osteoporose. Mulheres com osteoporose apresentaram maior amplitude de deslocamento no eixo Y do que aquelas sem, no teste com olhos abertos. A análise de correlação ajustada entre os parâmetros de equilíbrio e quedas não mostrou correlação significativa com nenhum dos parâmetros avaliados. CONCLUSÕES: mulheres com osteoporose pós-menopausa apresentam maior frequência de quedas e maior risco de quedas recorrentes comparadas com mulheres sem osteoporose. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 06/59698-3 - Quedas e fatores intrínsecos a queda em mulheres na pós-menopausa com e sem osteoporose |
| Beneficiário: | Lucia Helena Simões da Costa Paiva |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |