| Texto completo | |
| Autor(es): |
Pedro Henrique Campello Torres
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Mariana Motta Vivian
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Taísa de Oliveira Amendola Sanches
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Número total de Autores: 3
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Universidade de São Paulo. Instituto de Energia e Ambiente. Divisão Científica de Gestão, Ciência e Tecnologia Ambiental - Brasil
[2] Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Sociologia - Brasil
[3] Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Departamento de Ciências Sociais. Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais - Brasil
Número total de Afiliações: 3
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Cadernos Metrópole; v. 21, n. 46, p. 689-714, 2019-08-15. |
| Resumo | |
Resumo Um novo fato urbano tem ganhado terreno em diversas cidades do planeta: trata-se do fenômeno da gentrificação verde. O objetivo deste artigo é testar a aplicação do conceito em três cidades brasileiras: Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. Nos três casos, grupos contrários à apropriação do território pelo capital mobilizaram-se para denunciar publicamente os agravos. O conceito de gentrificação verde, ou sua aplicação no Brasil, ganha contornos próprios com o envolvimento de problemáticas distintas da realidade dos Estados Unidos onde fora cunhado. Conclui-se, portanto, que, se, de um lado, a gentrificação verde parece adquirir contornos cada vez maiores nas cidades brasileiras, por outro lado, mobiliza atores contrários a esse processo nessa contemporânea arena de luta nas cidades. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 18/06685-9 - Novos meios de cooperação científica para a inovação na Governança Socioambiental da Macrometrópole Paulista |
| Beneficiário: | Pedro Henrique Campello Torres |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |