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(Referência obtida automaticamente do Web of Science, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores.)

The `breaking the chains' migration model for super-Earth formation: the effect of collisional fragmentation

Texto completo
Autor(es):
Esteves, Leandro [1] ; Izidoro, Andra [1, 2] ; Bitsch, Bertram [3] ; Jacobson, Seth A. [4] ; Raymond, Sean N. [5] ; Deienno, Rogerio [6] ; Winter, Othon C. [1]
Número total de Autores: 7
Afiliação do(s) autor(es):
[1] Univ Estadual Paulista UNESP, Grp Dinam Orbital & Planetol, BR-12516410 Guaratingueta, SP - Brazil
[2] Rice Univ, Dept Earth Environm & Planetary Sci, MS 126, Houston, TX 77005 - USA
[3] Max Planck Inst Astron, Konigstuhl 17, D-69117 Heidelberg - Germany
[4] Michigan State Univ, Dept Earth & Environm Sci, E Lansing, MI 48824 - USA
[5] Univ Bordeaux, Lab Astrophys Bordeaux, CNRS, B18N, Allae Geoffroy St Hilaire, F-33615 Pessac - France
[6] Southwest Res Inst, 1050 Walnut St, Suite 300, Boulder, CO 80302 - USA
Número total de Afiliações: 6
Tipo de documento: Artigo Científico
Fonte: Monthly Notices of the Royal Astronomical Society; v. 509, n. 2, p. 2856-2868, JAN 2022.
Citações Web of Science: 0
Resumo

Planets between 1 and 4R(circle plus) (Earth radius) with orbital periods <100 d are strikingly common. The migration model proposes that super-Earths migrate inwards and pile up at the disc inner edge in chains of mean motion resonances. After gas disc dispersal, simulations show that super-Earth's gravitational interactions can naturally break their resonant configuration leading to a late phase of giant impacts. The instability phase is key to matching the orbital spacing of observed systems. Yet, most previous simulations have modelled collisions as perfect accretion events, ignoring fragmentation. In this work, we investigate the impact of imperfect accretion on the `breaking the chains' scenario. We performed N-body simulations starting from distributions of planetary embryos and modelling the effects of pebble accretion and migration in the gas disc. Our simulations also follow the long-term dynamical evolution of super-Earths after the gas disc dissipation. We compared the results of simulations where collisions are treated as perfect merging events with those where imperfect accretion and fragmentation are allowed. We concluded that the perfect accretion is a suitable approximation in this regime, from a dynamical point of view. Although fragmentation events are common, only similar to 10 per cent of the system mass is fragmented during a typical `late instability phase', with fragments being mostly reacreted by surviving planets. This limited total mass in fragments proved to be insufficient to alter qualitatively the final system dynamical configuration - e.g. promote strong dynamical friction or residual migration - compared to simulations where fragmentation is neglected. (AU)

Processo FAPESP: 20/07689-8 - Efeitos de fragmentação em formação planetária
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Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo FAPESP: 19/02936-0 - Efeitos de fragmentação em formação planetária
Beneficiário:Leandro Esteves de Paula
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado
Processo FAPESP: 16/12686-2 - Formação e dinâmica planetária: do Sistema Solar a exoplanetas
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Processo FAPESP: 16/19556-7 - Formação e Dinâmica Planetária: do Sistema Solar a Exoplanetas
Beneficiário:André Izidoro Ferreira da Costa
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Processo FAPESP: 21/00628-6 - Evolução do sistema solar externo a partir da formação de Urano e Netuno
Beneficiário:Leandro Esteves de Paula
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Processo FAPESP: 16/24561-0 - A relevância dos pequenos corpos em dinâmica orbital
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Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Temático