Busca avançada
Ano de início
Entree
(Referência obtida automaticamente do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores.)

Paradoxos na qualidade alimentar: uma análise das desigualdades sociodemográficas

Texto completo
Autor(es):
Lhais de Paula Barbosa Medina [1] ; Marilisa Berti de Azevedo Barros [2] ; Daniela de Assumpção [3] ; Antônio de Azevedo Barros-Filho [4]
Número total de Autores: 4
Afiliação do(s) autor(es):
[1] Universidade Estadual de Campinas. Departamento de Saúde Coletiva - Brasil
[2] Universidade Estadual de Campinas. Departamento de Saúde Coletiva - Brasil
[3] Universidade Estadual de Campinas. Departamento de Saúde da Criança e do Adolescente - Brasil
[4] Universidade Estadual de Campinas. Departamento de Saúde da Criança e do Adolescente - Brasil
Número total de Afiliações: 4
Tipo de documento: Artigo Científico
Fonte: Cad. saúde colet.; v. 32, n. 2 2024-10-07.
Resumo

Resumo Introdução: As desigualdades sociais afetam historicamente as condições de vida e saúde das populações, e o padrão alimentar associa-se à situação socioeconômica dos indivíduos. Objetivo: Avaliar a magnitude das desigualdades sociais em indicadores de qualidade alimentar na população de Campinas-SP. Método: Estudo transversal, de base populacional, com 1.710 adultos e idosos entrevistados em 2014/15. Foram estimadas as prevalências e as razões de prevalência do consumo de alimentos avaliado por um questionário de frequência alimentar; além disso, foram verificadas as disparidades sociais segundo sexo, idade, escolaridade, renda e posse de plano de saúde. Resultados: Maior frequência de consumo de alimentos saudáveis foi verificada nas mulheres, nos idosos, nos estratos de maior nível de escolaridade e renda e no segmento social com plano de saúde. Por outro lado, paradoxalmente, os grupos sociais mais favorecidos não apresentaram menor consumo de refrigerantes, sucos artificiais, embutidos e biscoitos e bolachas nem apresentaram consumo maior de alimentos não saudáveis. Os idosos apresentam qualidade alimentar superior a todos os segmentos estudados. O segmento sem plano de saúde (usuários do SUS) teve pior perfil de consumo de alimentos, exceto para feijão e fast food. Conclusão: Expressivas desigualdades sociodemográficas foram detectadas, e os perfis combinaram o consumo de alimentos saudáveis e não saudáveis. (AU)

Processo FAPESP: 12/23324-3 - Análise e monitoramento do estado de saúde da população por meio de inquérito domiciliar (IsaCamp 2013)
Beneficiário:Marilisa Berti de Azevedo Barros
Modalidade de apoio: Auxílio à Pesquisa - Regular