| Processo: | 11/02555-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Floricultura, Parques e Jardins |
| Pesquisador responsável: | Glaucia Moraes Dias |
| Beneficiário: | Glaucia Moraes Dias |
| Instituição Sede: | Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Jose Maria Monteiro Sigrist ; Patrícia Cia ; Sylvio Luis Honorio |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/00989-2 - Atmosfera modificada em armazenamento refrigerado de rosas,
BP.TT 12/05105-2 - Atmosfera modificada em armazenamento refrigerado de rosas, BP.TT |
| Assunto(s): | Flores Rosa Refrigeração |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atmosfera controlada | baixas temperaturas | flor de corte | fluxcentros (flowboard) | pós-colheita de plantas ornamentais |
Resumo
No país existem poucos estudos com armazenamento refrigerado com flores de corte, sendo inexistentes pesquisas com refrigeração associada à atmosfera modificada para flores. Em nível mundial as pesquisas neste setor são consideradas incipientes, portanto, o estabelecimento de tecnologia de pós-colheita adequada de armazenamento sob refrigeração e atmosfera modificada controlada para flores de corte se faz necessário. No Brasil a rosa é a flor de corte mais cultivada e um único produtor desta flor chega a exportar 3 paletes aéreos por semana. Portanto, a flor escolhida foi a rosa e, a hipótese do trabalho é de que rosa cortada, armazenada em ambiente refrigerado e com atmosfera modificada controlada deverá ter sua vida útil ampliada. Os objetivos são: Definir as concentrações de gases nas quais as rosas seriam submetidas em atmosfera controlada; Definir procedimentos de pós-colheita para conservação de rosas em combinação com sistema de atmosfera controlada e estabelecer procedimentos técnicos para exportação de rosas sob atmosfera controlada.Serão testados os métodos de armazenamento a seco e úmido, visando tanto o mercado interno como externo. Será feito análise da respiração de rosas em temperatura ambiente e à 1+10C, no qual serão medidas as concentrações de O2 e CO2 e também a produção de etileno. Será realizado armazenamento sob refrigeração e atmosfera controlada, onde as hastes serão mantidos à 1+1 0C, a concentração de O2 será fixada em 3% e serão testadas 4 concentrações diferentes de CO2, a princípio serão 3, 6, 10 e 15% , as quais poderão ser alteradas em função do resultados da fase anterior. As flores serão colocados em frascos de acrílico de com 20cm de diâmetro e 80cm de comprimento, conectados a fluxcentros. Desta forma as rosas receberão um fluxo contínuo de ar modificado e frio. As taxas dos gases (CO2, O2 e C2H4) da atmosfera do ambiente de armazenamento serão determinadas utilizando-se 1000uL de ar retirados de cada um dos frascos, com auxílio de uma seringa à prova de vazamento (gas tight). As amostras de ar serão injetadas em um cromatógrafo a gásAo final do projeto espera-se fornecer subsídios à cadeia produtora de rosas, para que as hastes possam ser armazenadas e transportadas no país e no exterior, em ambientes adequados, mantendo deste modo a qualidade da flor colhida. (AU)
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