| Processo: | 11/17708-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Pesquisador responsável: | Jose Roberto Trigo |
| Beneficiário: | Jose Roberto Trigo |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Daniela Rodrigues ; Eduardo Leite Borba ; Lucas Augusto Kaminski ; Paulo Cesar Muniz de Lacerda Miranda ; Rodrigo Cogni |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/15612-1 - Defesas químicas em plantas e insetos neotropicais,
BP.TT 13/15924-3 - Defesas químicas em plantas e insetos neotropicais, BP.TT |
| Assunto(s): | Insetos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | defesas químicas | Insetos herbívoros | interações multitróficas | respostas induzidas | substâncias do metabolismo secundário | Ecologia Química |
Resumo
Plantas e insetos herbívoros estão submetidos a inúmeras pressões seletivas por parte de seus inimigos naturais. Herbivoria em plantas e predação e parasitoidismo em insetos estão entre as principais forças seletivas que levaram a evolução de defesas nesses organismos. Dentre as estratégias de defesas em plantas contra herbivoria, dureza foliar, espinhos ou tricomas não glandulares, biossíntese de substâncias químicas tóxicas, deterrentes ou repelentes, e interações com inimigos naturais dos herbívoros estão entre os tipos mais comuns de defesas. Entre os insetos herbívoros, camuflagem, o uso de abrigos, defesas morfológicas (como espinhos, secreções, órgãos modificados) e comportamentais (como escapar, retaliar), além de defesas químicas, muitas vezes sequestradas de plantas hospedeiras, são estratégias utilizadas para evitar o ataque de predadores e parasitoides. Dentro desse contexto, o presente projeto dá continuidade ao estudo de defesas químicas de plantas e insetos neotropicais contra seus inimigos naturais. Esses estudos estão sendo desenvolvidos usando os seguintes sistemas multitróficos: (1) plantas do gênero Crotalaria (Leguminosae), o herbívoro especialista Utetheisa ornatrix (Lepidoptera: Arctiidae) e seus predadores, (2) Ipomoea carnea fistulosa (Convolvulaceae), seus herbívoros especialistas, besouros da subfamília Cassidinae (Chrysomelidae) e seus predadores e parasitóides de ovos, (3) Asclepias curassavica (Apocynaceae: Asclepiadoideae), seus herbívoros especialistas, a borboleta Danaus erippus (Nymphalidae: Danainae) e o pulgão Aphis nerii (Hemiptera: Aphididae), e (4) várias interações entre borboletas Lycaenidae, membracídeos e outros hemípteros, suas plantas hospedeiras e formigas que atendem esses insetos. Nos três primeiros sistemas o enfoque que está sendo estudado é como alcaloides pirrolizidínicos, alcaloides polihidroxilados e sesquiterpenos, e cardenolidas e compostos fenólicos mediam, respectivamente, essas interações. No último sistema, o principal interesse é estudar como hidrocarbonetos cuticulares camuflam esses insetos contra as formigas predadoras quimicamente orientadas. (AU)
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