| Processo: | 12/05503-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Sandra Roberta Gouvea Ferreira Vivolo |
| Beneficiário: | Milena Monfort Pires |
| Instituição Sede: | Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/08470-9 - Análise crítica de estudo envolvendo dieta mediterrânea com ênfase no azeite de oliva: comparação entre intervenções desenvolvidas no Mediterrâneo e no Brasil, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Endocrinologia Risco cardiometabólico Marcadores inflamatórios Perfil lipídico Dieta mediterrânea |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dieta mediterrânea | Genes pró-inflamatórios | marcadores ínflamatórios | Perfil Lipídico | Resposta ao café da manhã | Risco cardiometabólico | Endocrinologia |
Resumo Recentes modificações na dieta e na atividade física das populações elevaram a incidência de doenças crônicas não-transmissíveis associadas ao aumento da adiposidade corporal. Este quadro contribuiu para aumentar a mortalidade cardiovascular, motivando especialistas em saúde pública a tomar medidas de prevenção. Estudos têm mostrado que populações que consumem a dieta mediterrânea apresentam menor mortalidade por doenças cardiovasculares. Os benefícios desta dieta, rica em fibras e gorduras insaturadas, decorrem em parte dos efeitos destes nutrientes no estado inflamatório que precede doenças metabólicas e a aterosclerótica. Investigam-se os efeitos da alteração de uma refeição do cardápio brasileiro aproximando-o dos preceitos da dieta mediterrânea sobre o metabolismo lipídico, glicídico, inflamação subclínica e expressão de genes pró-inflamatórios. Será um ensaio clínico aberto, cruzado com duração de 10 semanas, incluindo adultos com excesso de peso, não-diabéticos. Os participantes passarão por 2 intervenções de 4 semanas no café da manhã, em ordem aleatória com wash-out de 2 semanas entre elas. Cafés da manhã isocalóricos (tipicamente brasileiro e mediterranizado) diferirão quanto ao conteúdo de fibras e tipos de ácidos graxos. Antes e após cada intervenção será feito teste agudo com café da manhã rico em gorduras (saturadas e insaturadas dependendo da intervenção), com coletas de sangue até os 240 minutos para determinação de glicose, insulina, lípides e marcadores inflamatórios; serão calculadas áreas sob a curva. Será analisada a expressão de certos genes pró-inflamatórios em leucócitos, antes e após cada intervenção. Será empregado teste t de Student ou os correspondentes não-paramétricos e p <0,05 considerado significante. | |
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