| Processo: | 12/06194-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Maria Marluce dos Santos Vilela |
| Beneficiário: | Maria Marluce dos Santos Vilela |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Imunologia clínica Síndrome linfoproliferativa autoimune Resposta imune Proteína ligante Fas Apoptose Linfócitos T Citometria de fluxo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Citometria de fluxo | Citopenia autoimune | Fas | Síndrome linfoproliferativa | Imunologia |
Resumo
A apoptose ou morte celular geneticamente programada é o mecanismo responsável pelo controle do número de células e eliminação de células senescentes, danificadas ou desnecessárias, sem provocar inflamação. O processo tem grande relevância na regulação da resposta imune. A primeira doença humana com etiologia atribuída a defeito primário em apoptose foi a Síndrome Linfoproliferativa Autoimune (ALPS), causada principalmente por mutações heterozigotas no gene TNFRSF6, que codifica para Fas. A doença é caracterizada tipicamente pela infiltração massiva de células com receptores TCR ±/²+ e negativas para os marcadores CD4 e CD8 (células T duplo-negativas) nos órgãos linfóides, causando aumento deles. Autoimunidade também aparece como uma manifestação frequente em indivíduos com ALPS, afetando principalmente plaquetas, eritrócitos e leucócitos, além de órgãos como rins, fígado, articulações, olhos, sistema neurológico, intestino, pulmão e vasos sanguíneos. Alguns estudos sugerem que tais manifestações estão associadas a uma maior produção de interleucina (IL)-10 pelas células T duplo-negativas, a qual, juntamente com FasL solúvel e vitamina B12, aparece em níveis elevados nesses pacientes. Outras Imunodeficiências Primárias também podem se manifestar com linfoproliferação e/ou autoimunidade, evidenciando uma sobreposição de fenótipos com ALPS. O diagnóstico correto e precoce de ALPS tem relevância médica, uma vez que, devido às manifestações da doença, muitas vezes é confundido com neoplasias e consequente administração de tratamentos desnecessários e potencialmente tóxicos. Nosso objetivo no presente trabalho é estudar a regulação da resposta imune e avaliar a imunoarquitetura dos tecidos linfóides em pacientes com síndrome linfoproliferativa e autoimunidade. A abordagem genética associada às abordagens funcional e histopatológica poderá evidenciar marcadores e ampliar os fenótipos das imunodeficiências primárias com essas manifestações. (AU)
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