| Processo: | 12/11144-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Comportamento Animal |
| Pesquisador responsável: | Vera Lucia Imperatriz-Fonseca |
| Beneficiário: | Ayrton Vollet Neto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biologia reprodutiva Meliponini Abelhas-sem-ferrão Diversidade genética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Machos diplóides | Monandria | Polindria | Biologia Reprodutiva |
Resumo Enquanto rainhas das espécies de Meliponini acasalam-se com um único macho (monandria), as do gênero Apis (Apini) acasalam-se com cerca de 10 a 20 machos diferentes (poliandria), provavelmente uma condição derivada dentro da história evolutiva das abelhas eussociais. Este alto número de acasalamentos traz altos custos para a rainha (e.g., riscos de predação e de injúrias causadas pelos machos, gasto energético, etc.), porém os benefícios ainda não são completamente conhecidos. Existem evidências de que uma maior diversidade genética entre as operárias pode aumentar o desempenho de colônias em atividades como controle de temperatura e forrageamento. Outras evidências estão relacionadas ao sistema complementar de determinação de sexo nos Hymenoptera (CSD, complementary sex determination), de maneira que a poliandria teria evoluído como uma maneira de diminuir os prejuízos causados pela produção de machos diploides. Além disso, acasalamentos múltiplos trazem consequências importantes para o grau de parentesco entre os indivíduos de uma colônia de insetos sociais e, consequentemente, nos conflitos reprodutivos entre eles. Assim, a evolução dos sistemas de acasalamento é um assunto de grande importância dentro da ecologia evolutiva e comportamental. O objetivo geral deste projeto é investigar a evolução dos sistemas de acasalamento em abelhas Meliponini através de duas perguntas: (I) quais são as vantagens da diversidade genética de uma colônia? e (II) por que a poliandria não evoluiu nos Meliponini? Para responder à primeira questão, simularemos experimentalmente uma alta diversidade genética entre operárias de Scaptotrigona depilis através da combinação de favos de diferentes colônias e compararemos o desempenho (de taxas de construção de células de cria e termorregulação) destas com colônias controle com baixa diversidade genética - a condição natural. Para a segunda pergunta testaremos uma hipótese relacionada ao sistema CSD, que prevê que o comportamento de matar a rainha que produz machos diploides pelas operárias pode ter evitado a evolução da poliandria nos Meliponini. (AU) | |
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