| Processo: | 10/19717-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Comportamento Animal |
| Pesquisador responsável: | Fábio Santos do Nascimento |
| Beneficiário: | Denise de Araujo Alves |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 10/10027-5 - Mediação comportamental, sinalização química e aspectos fisiológicos reguladores da organização social em himenópteros, AP.JP |
| Assunto(s): | Biologia reprodutiva Meliponini Abelhas-sem-ferrão Parasitismo social Comportamento social animal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | abelhas sem ferrão | aptidão | benefícios diretos | conflito reprodutivo | Meliponini | Biologia Reprodutiva |
Resumo Embora as colônias de insetos sociais sejam conhecidas pelo seu alto grau de cooperação, elas podem ser exploradas por parasitas sociais intraespecífcos. Esses indivíduos "trapaceiros" quando não encontram oportunidade de reprodução direta em seus próprios ninhos, eles obtêm-na em outros. Assim, sua prole recebe recursos alimentares e cuidados de indivíduos residentes e não-aparentados, que arcam com todos os custos dessa estratégia reprodutiva. O objetivo geral deste projeto é investigar o significado adaptativo do parasitismo social intraespecífico realizado por operárias reprodutivas e rainhas de abelha sem ferrão, bem como os mecanismos proximais que esses indivíduos usam para contornar os mecanismos que as colônias desenvolveram para se proteger. Como modelos de estudo, usaremos Melipona quadrifasciata, M. scutellaris e Scaptotrigona depilis. Cinco questões são formuladas: Operárias reprodutivas entram em ninhos não-natais? Caso as operárias reprodutivas entrem em ninhos não-natais, há a tendência de penetrar em colônias com rainhas-mãe ou órfãs? Dado que rainhas entram em ninhos não-natais, há uma relação positiva entre a proporção de rainhas produzidas e o número de rainhas que saem dos ninhos? O parasitismo social é exclusivo de espécies que produzem muitas rainhas? Rainhas burlam os mecanismos de proteção que as colônias desenvolveram? Para responder essas questões, será usada uma abordagem que parte da compilação de informações biológicas sobre os organismos estudados para testar hipóteses através de experimentos envolvendo comportamento-biologia molecular-ecologia química. Esperamos que os resultados obtidos sejam de interesse para a comunidade científica que trabalha com ecologia comportamental e evolutiva, em especial com evolução do comportamento social. (AU) | |
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