| Processo: | 13/00335-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Claudia Kimie Suemoto |
| Beneficiário: | Claudia Kimie Suemoto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Carlos Augusto Gonçalves Pasqualucci ; Daniela Souza Farias Itao ; Luiz Fernando Ferraz da Silva ; Wilson Jacob Filho |
| Assunto(s): | Doenças cardiovasculares Doença da artéria coronariana Pericárdio Inflamação Imuno-histoquímica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doença Arterial Coronariana | Inflamação | Tecido adiposo epicárdico | Patologia Cardiovascular |
Resumo
Introdução: A doença arterial coronariana (DAC) é uma das principais causas de morbimortalidade no mundo. Estudos que investiguem a sua fisiopatologia são importantes para a prevenção e tratamento desta doença. A inflamação no tecido adiposo epicárdico (TAP) parece estar associada com a DAC. Contudo, a relação de proximidade entre a DAC e a inflamação no TAP não foi esclarecida em estudos anteriores devido a limitações metodológicas. Objetivo: Investigar a associação entre inflamação no TAP e a presença de aterosclerose em artérias coronarianas num estudo clinicopatológico. Métodos: Trata-se de um estudo observacional de corte transversal que será desenvolvido no Serviço de Verificação de Óbitos da Capital da cidade de São Paulo. Numa amostra estimada de 78 casos, serão amostradas as artérias coronárias (tronco esquerdo, descendente anterior, circunflexa e direta) no local de sua maior obstrução. Os casos serão subdivididos em três grupos: controle, DAC aguda e DAC crônica, de acordo com o grau de obstrução observado e critério anatomopatológico de classificação da placa de ateroma. Serão coletadas também amostras do TAP suprajacentes ao fragmento da artéria coronária analisada e tecido adiposo visceral abdominal perirrenal e subcutâneo, que servirão como um controle externo à inflamação epicárdica. As células inflamatórias (macrófagos, linfócitos B e T) serão quantificadas através da utilização de imunoistoquímica. A quantidade de células inflamatórias será comparada entre os três grupos. (AU)
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