| Processo: | 13/24088-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Maricilda Palandi de Mello |
| Beneficiário: | Mara Sanches Guaragna |
| Instituição Sede: | Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Síndrome nefrótica Nefrologia Heterogeneidade genética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | heterogeneidade genética | mutações em genes candidatos | sequenciamento de exomas | Sindrome nefrótica | Nefrologia Pediátrica |
Resumo A Síndrome Nefrótica (SN) afeta 16 em cada 100.000 crianças. Pode ser classificada em Congênita, quando se manifesta intra-útero ou durante os primeiros três meses de vida; Infantil, quando ocorre no primeiro ano de vida; na Infância, entre o primeiro ano até os 12 anos de idade e Juvenil, entre os 12 e os 18 anos de idade. Aproximadamente 20% das crianças não respondem ao tratamento com esteroides e são classificados como córtico-resistentes (CR); os 80% restantes são sensíveis aos corticoides, sendo chamados córtico-sensíveis (CS). O achado histológico mais comum é a glomérulo esclerose segmentar e focal (GESF). A causa principal das manifestações clínicas é a disfunção na barreira renal de filtração glomerular (BFG) que leva à perda maciça de proteínas essenciais através da urina. A SN é uma doença clínica e geneticamente heterogênea e alterações em mais de 20 genes já foram identificadas, sendo responsáveis pela etiologia de uma grande proporção dos casos de SNCR. Como triagem inicial, os três genes principais (NPHS1, NPHS2 e WT1) de 150 crianças brasileiras foram sequenciados pelo nosso grupo através do método Sanger. Foram identificadas mutações nestes três genes que explicaram os quadros clínicos correspondentes aos modelos de herança autossômico recessivo e dominante somente em 9 pacientes (6%). Desta forma, o sequenciamento massivo de exomas apresenta-se como o próximo passo, pois seu grande potencial na detecção de variantes possibilitará a elucidação de casos ainda não esclarecidos, além do avanço no conhecimento da origem genética da Síndrome Nefrótica em pacientes pediátricos, que ainda está incipiente no Brasil. Como desafio tecnológico pretende-se implantar a metodologia de análise por sequenciamento high throughput que, tomando a Síndrome Nefrótica como exemplo, poderá ser aplicado ao estudo de outros grupos de pacientes em nosso laboratório. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |