| Processo: | 15/21457-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2016 |
| Situação: | Interrompido |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Pesquisador responsável: | Marlies Sazima |
| Beneficiário: | Pietro Kiyoshi Maruyama Mendonça |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Redes ecológicas Polinização Interação planta-animal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | beija flores | Polinização | Redes ecologicas | Interação Planta-Animal |
Resumo Interações mutualísticas constituem um componente fundamental da biodiversidade e do funcionamento ecossistêmico. O entendimento sobre interações mutualísticas a nível de comunidade tem avançado consideravelmente devido ao uso crescente da abordagem de redes complexas. Estes estudos têm revelado alguns padrões constantes na organização da "teia da vida", e as propriedades estruturais nas redes são sugeridas como tendo fortes implicações para a estabilidade e dinâmica das comunidades. Diversos processos contribuem para a estruturação dessas redes de interações, mas estudos recentes revelaram a importância do acoplamento nos atributos das espécies, especialmente para sistemas mais especializados. Adicionalmente, estudos na área mostraram que é possível relacionar a estrutura das redes de interações com gradientes climáticos de larga escala. Embora os padrões em si variem, isso significa que potenciais mudanças climáticas podem afetar as estruturas das redes e consequentemente suas dinâmicas e a estabilidade. Para inferências mais precisas sobre como as interações entre as espécies serão afetadas de acordo com possíveis mudanças ambientais, é necessário primeiro caracterizar como potencias fatores estruturadores atuam para ligar as variáveis ambientais em larga escala às redes. Nesse projeto, é proposto investigar como o atributo das espécies está ligado a estruturação das redes, tanto em termos de variação na estrutura em uma ampla escala geográfica, como em relação a potenciais rearranjos ou "turnover" nas interações. Para isso, é proposto primariamente o uso de um amplo banco de dados de redes de interações entre plantas e beija-flores, fruto de uma colaboração internacional, que oferece um conjunto de dados distribuídos em todo o continente americano. | |
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