| Processo: | 16/05617-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunoquímica |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Pereira Velosa |
| Beneficiário: | Ana Paula Pereira Velosa |
| Instituição Sede: | Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Solange Carrasco ; Vera Luiza Capelozzi ; Walcy Paganelli Rosolia Teodoro |
| Assunto(s): | Colágeno tipo V Modelo experimental Antigenicidade Escleroderma sistêmico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antigenicidade | colágeno tipo V | Esclerose sistêmica | modelo experimental | Imunologia de Proteínas |
Resumo
O colágeno tipo V (COLV) possui propriedades imunogênicas, antigênicas e potencial de tornar-se um autoantígeno em várias patologias, quando exposto ao sistema imunológico. Nosso grupo descreveu um modelo experimental de esclerose sistêmica (ES) induzido em coelhos imunizados com COLV, que desenvolvem fibrose da pele e pulmão, alterações imunológicas e vasculares semelhantes à doença em humanos. Trabalhos recentes realizados no laboratório demonstraram que pacientes com ES apresentam aumento na expressão de COLV, do gene COL5A2 e da cadeia alfa2(V) na pele e pulmão, nas fases mais precoces da ES, e que o depósito anômalo desta proteína na pele dos pacientes se correlaciona com o espessamento cutâneo e atividade da doença. Estes resultados aliados à diminuição do processo inflamatório, do processo fibrótico no pulmão e pele e de citocinas fibrogênicas no modelo de ES, após a indução de tolerância nasal com COLV, sugerem a participação do COLV na autoimunidade e patogênese da ES. Este estudo visa identificar as porções desta proteína com maior potencial antigênico na ES, avaliando a reatividade de soros de pacientes com ES, imunes para COLV, e de animais do modelo de ES, antes e após indução de tolerância com COLV, para as cadeias alfa1(V) e alfa2(V) isoladas e fragmentos sintéticos de COLV. A determinação de possíveis epítopos do COLV importantes na patogênese da ES é de grande valia para o desenvolvimento de estratégias de imunoterapia com peptídeos sintéticos, adjuvantes no tratamento desta doença. (AU)
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