| Processo: | 17/16961-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2022 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Sanitária - Saneamento Ambiental |
| Pesquisador responsável: | Valéria Guimarães Silvestre Rodrigues |
| Beneficiário: | Jacqueline Zanin Lima |
| Instituição Sede: | Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/00275-6 - Emprego de materiais reativos na sorção de metais potencialmente tóxicos e avaliação da bioacessibilidade e toxicidade após retenção, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Bioacessibilidade Contaminação Adsorção (tratamento de água) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adsorção | Barreiras selantes e sistemas de cobertura | bioacessibilidade | extração sequencial | Metais potencialmente tóxicos | Resíduos de Mineração | Contaminação |
Resumo As atividades de mineração alteram o ciclo geoquímico natural dos metais potencialmente tóxicos, culminando, muitas vezes, em passivos ambientais associados à intensa contaminação por esses metais. Nessa perspectiva, uma alternativa é a disposição dos resíduos de mineração, os quais ainda contém concentrações consideráveis dos metais de interesse, de forma encapsulada, através dos sistemas de barreiras selantes e de cobertura. Os materiais reativos orgânicos surgem então com uso potencial na construção destas barreiras, haja vista sua reconhecida capacidade de imobilização de cátions metálicos, em função dos elevados teores de substâncias húmicas. Com este propósito, turfa e compostos orgânicos podem ser estudados, atrelados a um baixo custo econômico e a uma fácil obtenção. Assim, esta pesquisa avaliará a viabilidade do uso de turfa e compostos orgânicos na retenção de metais presentes nos resíduos de mineração de Adrianópolis - Vale do Ribeira (com destaque para Pb, Zn e Cd). Para isso serão realizados ensaios de caracterização (física e química) e ensaios de adsorção (equilíbrio em lote e em escala piloto) visando conhecer a real capacidade adsortiva destes materiais. No entanto, é importante que, em caráter multidisciplinar, se avalie os futuros impactos que estes metais podem causar no ambiente, diretamente associado às forças de retenção e a uma possível remobilização. Com esse intuito, optou-se pelos ensaios de disponibilidade, toxicidade e bioacessibilidade, que serão realizados com as amostras empregadas nos ensaios de adsorção. Desse modo, será avaliado, em termos físico-químicos e biológicos, todo o ciclo do sistema de encapsulamento, desde a obtenção dos materiais construtivos até o contato final com a biota e o ambiente como um todo, após a adsorção dos metais contaminantes. (AU) | |
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