| Processo: | 17/19420-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores |
| Pesquisador responsável: | Carlos Eduardo de Almeida |
| Beneficiário: | Carolina Valença Barbosa |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/08176-9 - Abordagem integrada de parâmetros morfo-moleculares para Triatoma brasiliensis, o principal vetor da Doença de Chagas no semiárido brasileiro: a elucidação de elos da cadeia ecoepidemiológica, AP.JP |
| Assunto(s): | Trypanosoma cruzi Repetições de microssatélites |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Microssatélites | surto da doença de Chagas | Triatomíneos | Trypanosoma cruzi | Caracterização molecular de Trypanosoma cruzi |
Resumo Em áreas endêmicas da doença de Chagas, o Trypanosoma cruzi circula em diferentes ciclos: o silvestre, o peridomicilar e o domiciliar. No nordeste brasileiro são encontradas duas espécies autóctones de vetores da doença de Chagas que circulam entre estes ciclos: Triatoma pseudomaculata e T. brasiliensis. Ambas vêm colonizando domicílios no Rio Grande do Norte (RN) com altas prevalências de infecção natural por T. cruzi. Um surto de transmissão da doença de Chagas foi oficialmente notificado em 2016 em quatro municípios deste estado: Tenente Ananias, Marcelino Vieira, Alexandria e Pilões. Entretanto, até o momento, são desconhecidos os elementos envolvidos na transmissão do surto chagásico na região. Sendo assim, este projeto visa evitar que importantes informações acerca do evento se percam, neste caso, sobre o rastreamento dos genótipos parasitários isolados de vetores. Nesse sentido, serão realizadas capturas de triatomíneos em seus diferentes ecótopos (domiciliares, peridomiciliares e silvestres) na área do surto chagásico. Tais vetores serão analisados visando (i) o reconhecimento da prevalência da infecção natural por T. cruzi, (ii) a determinação da diversidade de unidades discretas de tipagem (DTU) do parasito e (iii) a determinação do genótipo dos isolados clonais de T. cruzi com marcadores de alta resolução, os microssatélites. A partir dos resultados será possível determinar os padrões de distribuição da diversidade de genótipos multilocus circulantes nos diferentes vetores da área afetada pelo surto. Assim, o reconhecimento do fluxo gênico de T. cruzi poderá contribuir com a pesquisa básica e fornecer informações relevantes para a melhor compreensão do panorama ecoepidemiológico associado ao surto chagásico. | |
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