| Processo: | 18/20226-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2023 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Radiologia e Fotobiologia |
| Acordo de Cooperação: | CONFAP - Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa |
| Pesquisador responsável: | Anderson Zanardi de Freitas |
| Beneficiário: | Anderson Zanardi de Freitas |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Beate Saegesser Santos ; Martha Simões Ribeiro ; Renato Evangelista de Araujo |
| Assunto(s): | Resistência microbiana a medicamentos Candida albicans Terapia fotodinâmica Inativação fotodinâmica Antifúngicos Nanopartículas Nanoplataformas Plasmônica Pontos quânticos Tomografia de coerência óptica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cândida Albicans | Nanopartículas | Plasmônica | pontos quânticos | Terapia Fotodinâmica | tomografia por coerência óptica | Terapia fotodinâmica |
Resumo
O crescente aumento global da resistência fúngica aos medicamentos convencionais demanda novas abordagens terapêuticas que tenham bom custo-benefício e sejam custo-efetivas. A inativação fotodinâmica (PDI, do inglês PhotoDynamic Inactivation) surge neste cenário como uma opção de tratamento não invasiva, que vem mostrando bons resultados na erradicação de bactérias, fungos e parasitas, com a vantagem de não selecionar microrganismos resistentes. A PDI envolve o uso de um fotossensibilizador (FS), luz e oxigênio. A morte celular ocorre quando o FS absorve a luz, desencadeando a produção de espécies reativas de oxigênio, matando a célula por estresse oxidativo. Apesar dos bons resultados, o sucesso da PDI depende de diferentes fatores, como, o tipo de microrganismo e como ele está organizado, bem como, parâmetros relacionados ao FS e à luz. Neste projeto, nosso objetivo é investigar a associação de diferentes nanoplataformas à PDI em busca de novas e eficientes estratégias antifúngicas. Para desenvolvimento do projeto, nós criaremos biofilme de Candida albicans, que é um fungo oportunista em ambiente hospitalar, em diferentes estágios de maturação. Para a PDI, usaremos como FS aquele que apresentar banda de absorção ressonante à absorção de nanopartículas de ouro (AuNPs) e à emissão de quantum dots (QDs). Além disso, os QDs serão bioconjugados às moléculas de interesse para marcação de células e do biofilme. Finalmente, para definir os melhores parâmetros da luz e monitorar em tempo real os efeitos da PDI, usaremos a técnica da tomografia por coerência óptica (AU)
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