| Processo: | 18/20665-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética |
| Pesquisador responsável: | Silvya Stuchi Maria-Engler |
| Beneficiário: | Julia Rezende da Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/04926-6 - Melanoma e quimiorresistência: modelos in vitro e in silico para explorar alvos terapêuticos, AP.TEM |
| Assunto(s): | Melanoma Adenosina Manipulação genética Resistência Progressão tumoral Saúde pública |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adenosina | Adk | manipulacao genetica | melanoma | progressão tumoral | Resistência | Biologia molecular do câncer |
Resumo O melanoma é uma neoplasia maligna que se origina a partir dos melanócitos e representa um grande problema de saúde pública, pois apesar de corresponder a apenas 3% dos cânceres de pele, ele é responsável por 80% das mortes relacionadas a neoplasias malignas deste órgão. Isto se deve ao fato do melanoma metastático ser refratário às terapias convencionais e dirigidas e por rapidamente adquirir resistência aos inibidores específicos de proteínas mutadas na via das MAPK, como BRAF. O grupo Biologia da Pele (FCF-USP) realizou um screening em plataformas de bioinformática utilizando bancos de dados genômicos para verificar genes diferencialmente expressos em nevos e melanomas metastáticos - no qual destacou-se o gene adenosina quinase (ADK) como um potencial regulador da transição maligna. O gene ADK codifica para uma enzima fosfotransferase que converte adenosina em adenosina monofosfato, portanto, ADK regula os níveis de adenosina extracelular. Pesquisas evidenciam uma relação importante da adenosina com crescimento e proliferação celular, apoptose, controle da inflamação e do sistema imunológico, bem como da angiogênese. Posto que estes fatores são cruciais para o desenvolvimento de células tumorais, diversos pesquisadores desenvolveram estudos que relacionassem os níveis de adenosina, bem como a atividade de ADK, com a progressão de tumores malignos. Considerando a busca por terapias alvo-dirigidas eficazes para pacientes portadores de melanoma, a investigação do papel de ADK na tumorigênese poderá contribuir para o entendimento dos mecanismos que provocam a progressão e a resistência do melanoma, colaborando para o desenvolvimento de uma terapêutica eficiente. Portanto, a presente pesquisa propõe avaliar a expressão do gene ADK em melanomas humanos sensíveis e resistentes ao vemurafenibe (inibidor de BRAF), bem como estudar os impactos da manipulação genética deste gene quanto à proliferação, migração, invasão, apoptose, ao ciclo celular e metabolismo. (AU) | |
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