| Processo: | 18/23608-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas |
| Pesquisador responsável: | Leonardo Fernandes Fraceto |
| Beneficiário: | Lucas Bragança de Carvalho |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciência e Tecnologia. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Sorocaba. Sorocaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/21004-5 - Agricultura, micro/nanotecnologia e ambiente: da avaliação dos mecanismos de ação a estudos de transporte e toxicidade, AP.TEM |
| Assunto(s): | Nanobiotecnologia Agrotóxicos Nanopartículas Atrazina Polímeros (química orgânica) Toxicidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | mecanismo de ação | nanopesticidas | Nanobiotecnologia |
Resumo Atualmente os nanopesticidas representam uma tecnologia emergente e muito estudada devido aos seus potenciais benefícios. Os nanopesticidas em sua maioria apresentam maior eficácia, além de degradar mais lentamente quando aplicado no ambiente. Desta forma, há uma diminuição no consumo geral destes compostos, tornando-os mais rentáveis, resultando na estabilidade do rendimento das culturas e segurança alimentar. Além disso vale ressaltar que o uso de nanopesticidas pode consequentemente gerar benefícios secundários, como por exemplo, diminuir os investimentos na produção de pesticidas, bem como diminuir a poluição ambiental. Embora muitos benefícios sejam associados a estes sistemas, os riscos associados com os pesticidas em escala nanométrica são complexos, ainda pouco estudados e não completamente entendidos. Já é sabido que o transporte e o destino dos nanopesticidas apresenta-se diferente quando comparado com os pesticidas convencionais. Neste sentido, a proposta deste projeto envolve o desenvolvimento de diferentes tipos de nanopartículas compostas por polímeros sintéticos e/ou naturais para o carreamento de atrazina. Além disso essas nanopartículas serão marcadas utilizando diferentes estratégias, empregando corantes/sondas fluorescentes e sistemas híbridos com nanopartículas de ouro encapsuladas para possibilitar o rastreamento desses sistemas em diferentes matrizes. A proposta será dividida em três etapas principais, sendo a primeira a funcionalização da zeina e quitosana com isotiocianato de fluoresceína ou rodamia, na segunda etapa serão preparadas nanopartículas com esse polímeros naturais marcados e desenvolvimento das nanopartículas de poli (µ-caprolactona) marcadas com sonda fluorescentes e nanopartículas de ouro e na terceira etapa será analisada a toxicidade destas nanopartículas in vitro através de ensaios de viabilidade celular e in vivo através da avaliação do desenvolvimento de plantas de milho e mostarda, espécie alvo e não-alvo da atrazina, respectivamente. (AU) | |
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