| Processo: | 19/08294-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal |
| Pesquisador responsável: | Rosangela Zacarias Machado |
| Beneficiário: | Mariele de Santi |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 21/06779-6 - Sequenciamento genômico de Sarcocysis spp. oriundo de Didelphis spp. do Brasil, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Parasitologia Sarcocystis Marsupialia Didelphis Caracterização molecular Filogenia Campo Grande (MS) São Paulo (SP) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Caracterização Molecular | Didelphis spp | Filogenia | marsupiais | Sarcocistose | Parasitologia |
Resumo Protozoários do gênero Sarcocystis são coccídios mundialmente distribuídos, conhecidos por parasitar diversos sistemas em aves, répteis, peixes e mamíferos, incluindo seres humanos. Marsupiais do gênero Didelphis (gambás) são considerados hospedeiros definitivos para diferentes espécies de Sarcocystis, eliminando abundante quantidade de esporocistos juntamente com suas fezes. S. neurona é o parasito mais frequentemente associado à Mieloencefalite Protozoária equina. A diferenciação entre espécies de Sarcocystis há anos vêm sendo estudada por meio de análises moleculares e estudos filogenéticos. Durante os últimos anos uma ampla coleção de cepas de Sarcocystis têm sido isoladas de vários hospedeiros em diversos locais. Estudos prévios demonstraram uma grande diversidade de variantes de alelos de genes codificadores de antígenos de superfície (SAGs) nos esporocistos de Sarcocystis eliminados nas fezes de gambás. Inversamente, o número de variantes de alelos do primeiro espaçador interno transcrito (ITS1) foi baixo. Neste contexto, o presente estudo tem como objetivo estudar relações filogenéticas entre Sarcocystis spp. isolados de gambás de vida livre nos municípios de Campo Grande, MS e São Paulo, SP, avaliando marcadores moleculares com diferentes taxas evolucionárias, dos locus que codificam para os SAGs, Subunidade 1 da Citocromo C oxidase (cox1), e sequências ITS1 do parasita. Assim, espera-se compreender melhor a verdadeira diversidade genética entre as cepas de Sarcocystis, que podem estar associadas ao aumento do risco de doença. (AU) | |
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