| Processo: | 19/10839-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores |
| Pesquisador responsável: | Anderson de Sá Nunes |
| Beneficiário: | Anderson de Sá Nunes |
| Pesquisador Anfitrião: | Carlos Henrique Cardoso Serezani |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Vanderbilt University (VU), Estados Unidos |
| Assunto(s): | Saliva Modelo experimental Aedes aegypti Inflamação Interações hospedeiro-parasita Espectrometria de massas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aedes aegypti | Imageamento por espectrometria de massas | Inflamação | modelo experimental | relação parasita-hospedeiro | saliva | Imunobiologia de Vetores |
Resumo Aedes aegypti é uma espécie de mosquito urbana transmissora de arbovírus causadores de doenças como a febre amarela, dengue, chikungunya e Zika. Ao se alimentar no hospedeiro vertebrado, o Ae. aegypti insere suas peças bucais na pele e a saliva depositada nesse microambiente auxilia a localização dos vasos sanguíneos e neutraliza moléculas e células residentes responsáveis pela hemostasia, inflamação e respostas imunes do hospedeiro. A saliva do Ae. aegypti também desencadeia inflamação cutânea alérgica e está associada ao aumento da infectividade viral. Questões frequentes e não respondidas sobre as interações Ae. aegypti-hospedeiro vertebrado estão relacionadas ao ambiente imunológico criado pela saliva do mosquito na pele do hospedeiro, a quantidade efetiva de saliva que alcança o tecido durante o repasto sanguíneo e a dinâmica de sua distribuição ao longo do tempo. No presente projeto, propomos responder esses aspectos com o uso de imageamento por espectrometria de massas, uma técnica poderosa capaz de fornecer a distribuição espacial de milhares de moléculas não marcadas em amostras de tecidos. Uma colaboração foi estabelecida com o Dr. Carlos Henrique Serezani e o Dr. Julian F. Hillyer da Vanderbilt University, para avaliar o ambiente da pele em decorrência das picadas do Ae. aegypti, tendo o apoio do Centro de Pesquisa em Espectrometria de Massas da instituição. Esperamos revelar a dinâmica espacial e temporal da distribuição da saliva do mosquito na pele, quantificar a saliva inoculada in situ e criar um mapa tridimensional das células inflamatórias em decorrência da picada do mosquito. Esses achados irão contribuir para refinar nosso entendimento sobre as interações mosquito-hospedeiro vertebrado em nível molecular. (AU) | |
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