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São Paulo School of Advanced Science on IODP training on Alpha Crucis

Processo: 18/13598-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Organização de Reunião Científica - Escola São Paulo de Ciência Avançada
Vigência: 01 de março de 2019 - 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Geológica
Pesquisador responsável:Luigi Jovane
Beneficiário:Luigi Jovane
Instituição-sede: Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):Mudança climática  Navios  Expedições científicas  Perfuração marítima  Oceanos 

Resumo

Realizar um período limitado de expedições educacionais (entre março-abril 2019) a partir de plataformas múltiplas de perfuração brasileiras como o Alpha Crucis (IO-USP, FAPESP), visando ensinar para estudantes de pós-graduação, pós-doutorados e jovem professores informações essenciais do sistema Terra (Física, Química, Biologia, Geologia e Oceano) aumentando sua interação em uma visão multinacional e multidisciplinar. O fim é empreender avanços científicos sobre o nosso planeta pelo monitoramento, perfuração, amostragem e análise de ambientes de sub-superfície oceânicos: implantar o estado-da-arte tecnologias de estudo e perfuração do oceanos como ferramenta essencial de descoberta, unificar a comunidade internacional de pesquisa para explorar a Terra como um sistema, avançar em pesquisas e descobertas por meio da divulgação de dados e amostras de arquivos globais, fornecer o contexto científico para a consciência global de riscos geológicos e mudanças ambientais. Também, é esperada uma forte interação com o grupo de pesquisa sobre Marine E-Tech (14/50820-7). O aporte de matéria orgânica da superfície do oceano para o fundo é um importante processo para o fluxo de metais como Mn, Fe, Cu, Ni, entre outros. A produtividade primária na superfície da região dos depósitos polimetálicos, bem como a remineralização e o transporte de metais através da coluna de água até o fundo, estão estreitamente ligadas ao crescimento dos depósitos. Por fim, acredita-se que o processo inicial de formação dos nódulos polimetálicos seja intermediado por microorganismos, num processo de biomineralização de ferro e de manganês. Portanto, uma intima colaboração está já sendo estabelecida com o grupo de pesquisa de Microbiologia Marinha. Alguns espécimes de bactérias e fungos já foram encontrados em meio aos nódulos polimetálicos, entretanto ainda não foi comprovada a relação entre a presença destes e os processos de mineralização dos metais. (AU)