| Processo: | 19/11437-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Heloisa Sobreiro Selistre de Araújo |
| Beneficiário: | Heloisa Sobreiro Selistre de Araújo |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Assunto(s): | Integrinas Movimento celular Metástase Microambiente tumoral Desintegrinas Neoplasias mamárias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | desintegrinas | integrinas | Metástase | microambiente tumoral | migração celular | Tumor de mama | Biologia Celular e Molecular do Câncer |
Resumo
Integrinas são receptores heterodiméricos de superfície celular que conectam as células à matriz extracelular (MEC) e controlam diversos processos como a migração celular, a organização do citoesqueleto, a polaridade celular, a atividade de metaloproteases, a síntese de colágeno e a direção da migração. O padrão de expressão de integrinas pode estar muito alterado em células que sofreram transformação tumoral quando comparado ao de células normais. A sinalização mediada por integrinas modula também a resposta disparada pela ativação de receptores de fatores de crescimento como o VEGF, resultando em sinais pró- ou anti-angiogênicos dependendo da via envolvida. Desta forma, as integrinas vem sendo estudadas como possíveis alvos de inibição farmacológica para o tratamento do câncer e para prevenção de metástases. No entanto, apesar dos excelentes resultados em ensaios pré-clínicos, os inibidores de integrinas não foram bem sucedidos em testes clínicos, provavelmente pelo limitado conhecimento dos mecanismos moleculares de ação destes receptores. Neste projeto, pretende-se contribuir para a ampliação do conhecimento do papel das integrinas, principalmente as integrinas avb3 e a2b1, na cascata metastática. Serão utilizados modelos in vitro de co-cultura que mimetizem o extravasamento de células tumorais da corrente circulatória e duas desintegrinas bem caracterizadas como ligantes específicos destes receptores. Além dos ensaios convencionais, propomos a utilização de um sistema de co-cultura quasi-vivo, que permitirá adicionar complexidade ao ensaio, propiciando condições mais próximas das condições dos experimentos in vivo. Serão realizados estudos funcionais, morfológicos e bioquímicos visando também uma possível descoberta de novos alvos passíveis de intervenção farmacológica para prevenção ou tratamento de metástases. (AU)
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