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Nanopartículas obtidas via sol-gel contendo íons lantanídeos para aplicação multimodal em medicina

Processo: 19/26439-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2020 - 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Eduardo José Nassar
Beneficiário:Eduardo José Nassar
Instituição-sede: Pró-Reitoria Adjunta de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Franca (UNIFRAN). Franca , SP, Brasil
Assunto(s):Materiais  Materiais nanoestruturados  Meios de contraste  Imageamento  Luminescência  Processo sol-gel 

Resumo

A temperatura é um fenômeno natural que afeta a matéria de diversas maneiras, os sistemas biológicos são afetados por pequenas mudanças de temperatura. Assim, dispositivos que podem atuar como sensores de temperatura vêm sendo explorados intensamente para detecção dessas pequenas variações. Ao mesmo tempo, dispositivos multimodais tem atraído atenção por apresentar multifuncionalidade, as quais podem ser aplicadas na nanomedicina com funções de diagnósticos, sensores de temperatura e tratamento. De encontro a essas problemáticas, a metodologia síntese bem como as propriedades dos íons lantanídeos, apresentam características que possam produzir sistemas com propriedades que venham a suprir essas necessidades médicas. Esse projeto tem como objetivo sintetizar nanopartículas dopadas com íons lantanídeos através da metodologia sol-gel. Os diferentes elementos apresentam propriedades espectroscópicas especiais, como número de elétrons desemparelhados, os quais podem ser aplicados em imagens por ressonância magnética em agentes de contraste, os quais são hábeis para diferenciar tecidos, órgãos ou patologias mais eficientemente. Elementos que apresentam níveis energéticos termo sensíveis, podem ser excitados através de pequenas diferenças de temperaturas, podendo ser utilizados na identificação de células cancerígenas das células saudáveis. Além disso, íons como túlio III, érbio III, hólmio III, entre outros, podem ser excitados através da conversão ascendente de energia, excitação na região do infravermelho e emissão no visível, a vantagem está relacionada a excitação nas janelas biológicas em 800 e 1400 nm, evitando absorção da radiação pelas moléculas de água dos organismos vivos e por consequência aumentando a profundidade de atuação do sistema. (AU)