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Caracterização da microbiota urinária e análise do urobioma de gestantes hiperglicêmicas

Processo: 20/06657-5
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de agosto de 2021
Data de Término da vigência: 31 de julho de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Angélica Mércia Pascon Barbosa
Beneficiário:Angélica Mércia Pascon Barbosa
Instituição Sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Ary Fernandes Júnior ; Caroline Baldini Prudencio ; Fernanda Cristina Bérgamo Alves ; Luis Sobrevia ; Marilza Vieira Cunha Rudge ; Raissa Escandiusi Avramidis
Bolsa(s) vinculada(s):22/09241-0 - Caracterização da microbiota urinária e análise do urobioma de gestantes hiperglicêmicas, BP.TT
21/09405-0 - Caracterização da microbiota urinária e análise do urobioma de gestantes hiperglicêmicas, BP.TT
Assunto(s):Diabetes gestacional  Hiperglicemia  Distúrbios do assoalho pélvico  Incontinência urinária  Microbiota urinária  Análise de sequência de DNA  RNA ribossômico 16S 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Diabetes Melittus Gestacional | Incontinêcia Urinária Específica da Gestação | Microbioma urinário | Microbiota Urinária | Sequenciamento 16S | Diabetes e Gravidez

Resumo

O grupo de pesquisa "Diabetes e gravidez - clínico e experimental" da Faculdade de Medicina de Botucatu-Unesp investiga, desde 2006 a fisiopatologia de Diabete Gestacional (DMG), a Hiperglicemia Gestacional Leve (HGL) e suas relações com as Disfunções Musculares do Assoalho Pélvico (DMAP) e Incontinência Urinária (IU) em estudos clínicos e experimentais. A associação entre DMG e a incidência da IU específica da gestação (IUEG) em mulheres com DMG foi maior em comparação ao grupo normoglicêmico. A ocorrência do DMG também pode estar associada a alterações nos perfis da microbiota urinária (urobioma) das gestantes, pois o diabetes pode alterar o microambiente do trato urinário, levando a IU a longo termo pós parto. A composição do microbioma muda durante a gravidez; e a microflora intestinal e suas atividades metabólicas podem participando da patogênese de vários distúrbios metabólicos durante a gestação, como obesidade, diabetes mellitus e DMG. Objetivo: O objetivo deste projeto é caracterizar a microbiota urinária e analisar o urobioma de gestantes com a finalidade de estudar a relação da Hiperglicemia e a Incontinência Urinária Específica da Gestação (IU-EG). Metodologia: As pacientes (n=40) serão selecionadas de acordo com os critérios de inclusão da pesquisa, e os grupos serão formados a partir do diagnóstico de hiperglicemia ou DMG; acrescido do questionário de IU para as participantes que referirem perda de urina na gestação. A amostra de urina será coletada assepticamente da participante submetida a parto cesárea através sondagem vesical no momento do parto seguindo as normas padrões, por um médico responsável. A caracterização da urobiota será realizada pela técnica de urocultura com o limiar de detecção expandido de 10 unidades formadoras de colônias (UFC) / ml. A análise completa do urobioma será realizada pelo sequenciamento do gene 16S do RNA ribossômico, seguida da análise desse sequenciamento em nível de gênero e espécie, utilizando um limite de identidade de 97%. Resultados Esperados: Estudos relacionando a microbiota humana com doenças metabólicas como o diabetes, têm aumentado muito nos últimos anos e apresentando resultados muito relevantes no entendimento da fisiologia da doença, uma vez que identificar a composição e caracterização do urobioma será possível estabelecer propostas terapêuticas e preventivas da IU-EG. (AU)

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