| Processo: | 12/25060-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Marilza Vieira Cunha Rudge |
| Beneficiário: | Fernanda Piculo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Gravidez Diabetes gestacional Incontinência urinária Hiperglicemia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ccl7 | Diabetes Mellitus Gestacional | gestação | Hiperglicemia gestacional leve | Incontinência Urinária | Incontinência Urinária |
Resumo A hiperglicemia gestacional leve (HGL) e o Diabetes mellitus gestacional (DMG), denominados como hiperglicemia gestacional no estudo, têm consequências importantes para a mãe, o feto e o recém-nascido. A associação entre hiperglicemia gestacional e incontinência urinária é escassa na literatura. Nosso grupo de pesquisa acadêmico "Diabete e Gravidez - Clínico e Experimental" da Faculdade de Medicina de Botucatu-Unesp tem estudado os aspectos translacionais da hiperglicemia gestacional relacionada à incontinência urinária no sexo feminino e também em modelos animais. Os resultados ajudam a elucidar os mecanismos fisiopatológicos que conduzem aos distúrbios do assoalho pélvico feminino em mulheres com DMG e HGL, mas há necessidade de mais pesquisas para ampliar a compreensão dos fenômenos que resultarão no melhor atendimento às pacientes. Considerando que a proteína quimiotática de monócitos-3 (CCL7) é um importante fator para o mecanismo de recuperação da incontinência urinária, nossa hipótese é que as pacientes portadoras de DMG ou de HGL apresentem alteração nos níveis de CCL7 e isto retarde/impeça a migração de células tronco mesenquimais para o local de lesão causada por IU, causando consequências no período pós-parto. Assim, a proposta deste estudo é estudar os níveis de CCL7 em gestantes hiperglicêmicas com incontinência urinária desde o início da gestação até seis meses pós-parto, além de examinar as correlações entre a progressão da incontinência urinária e os níveis séricos de CCL7. Esta identificação poderá indicar o CCL7 como possível biomarcador de recuperação da IU nas mulheres hiperglicêmicas no período gestacional e pós-parto e posteriomente estabelecer intervenção terapêutica eficaz com base fisiopatológica consistente. A análise estatística, bem como a escolha pelos testes de comparação entre as variáveis e grupos, serão executadas respeitando os pressupostos determinados pelos resultados, características e comportamento das variáveis. (AU) | |
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