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Avaliação dos parâmetros da ventilação mecânica protetora sobre a função renal de animais obesos: consequências renais do tratamento prolongado

Processo: 20/13405-2
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2022 - 31 de janeiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Fernanda Teixeira Borges
Beneficiário:Fernanda Teixeira Borges
Instituição Sede: Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Nefrologia  Lesão renal aguda  Obesidade  Inflamação  Síndrome respiratória aguda grave  Respiração artificial  Respiração com pressão positiva  SARS-CoV-2  COVID-19 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Inflamação | lesão renal aguda | obesidade | Síndrome Respiratória Aguda Grave | ventilação mecânica | Nefrologia

Resumo

A obesidade é um dos maiores problemas de saúde pública mundial. Atualmente, outro grande problema de saúde pública mundial é o coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-Cov-2), responsável pela atual pandemia da COVID-19, e a ventilação mecânica (VM) tem sido um importante aliado no tratamento da síndrome respiratória aguda grave (SARS), associada à infecção. Entretanto, é sabido que a VM pode induzir alterações na função renal e desencadear lesão renal aguda (LRA). Atualmente, a mortalidade por LRA em unidades de terapia intensiva (UTI) varia entre 50% a 90% e, preocupantemente, obesos submetidos à VM têm prevalência duas vezes maior, quando comparada a indivíduos não obesos. Preocupantemente, no Brasil, mais da metade das pessoas obesas que morreram devido à COVID-19 tinham menos de 60 anos, tornando a obesidade o principal fator de risco para pessoas abaixo desta idade no país. Por outro lado, são escassos na literatura trabalhos avaliando os parâmetros da VM, como pressão positiva no final da expiração (PEEP), por períodos prolongados em pacientes obesos e, principalmente, sua influência na função renal. Assim sendo, nosso objetivo é comparar o efeito de diferentes parâmetros de PEEP e períodos de tempo de VM protetora, na função renal em ratos controle e obesos com SARS através do modelo de Lachmann et al. Além do rim, também serão avaliados no pulmão e no tecido adiposo, os quatro potenciais mecanismos de suscetibilidade sugeridos para obesos infectados com a COVID-19, sem a interferência da carga viral, que são: (1) a tendência a formação de coágulos durante a VM; (2) senescência celular, que poderia facilitar aumento da carga viral; (3) a expressão da ECA2, porta de entrada do vírus no sistema respiratório, que compõe o reservatório viral e (4) o estado inflamatório do organismo, com a avaliação dos marcadores inflamatórios IL-6 e TNF-± e anti-inflamatório IL-10. Assim, poderemos avaliar a maior suscetibilidade do obeso à doença. (AU)

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