| Processo: | 98/15658-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Temático |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 1999 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2004 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Maurício Rocha e Silva |
| Beneficiário: | Maurício Rocha e Silva |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores principais: | Luiz Francisco Poli de Figueiredo ; Nils Erik Svensjo |
| Assunto(s): | Sinais e sintomas Choque hemorrágico Isquemia Inflamação Sangue Soluções hipertônicas Ferimentos e lesões |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Choque | Inflamacao | Isquemia E Reperfusao | Solucoes Hipertonicas | Substitutosv Do Sangue | Trauma |
Resumo
Este projeto temático tem como meta o estudo de soluções salinas hipertônicas e dos substitutos de sangue carregadores de oxigênio no tratamento inicial do choque, já que estes podem rapidamente propiciar benefícios hemodinâmicos, microcirculatórios e celulares, capazes de reduzir a mortalidade pós-traumática. O trauma é um dos maiores problemas de saúde pública mundial, a maior causa de mortalidade na faixa etária entre 1 e 40 anos. As mortes pós-traumáticas distribuem-se por três picos em função tempo. Cerca de 50% destas mortes são instantâneas. Quase nada pode ser feito por estes pacientes. O segundo pico de mortalidade pós-traumática ocorre nos minutos ou primeiras horas após o trauma grave, conseqüência principalmente de choque hemorrágico. O tratamento inicial eficaz e otimizado pode reduzir substancialmente estas mortes. O terceiro pico é observado semanas após o tratamento inicial e ocorre à disfunção de múltiplos órgãos e sistemas, diretamente relacionadas à rapidez e à eficácia do tratamento inicial do choque. O tratamento inicial do choque pós-traumático é portanto fator determinante crítico para a redução das mortalidades mediata e tardia, vale dizer da mortalidade evitável relacionada ao trauma. Pequenos volumes de cloreto de sódio hipertônico (NACI a 7,5%), restauram a pressão arterial, o débito cardíaco e o fluxo regional, quando injetados em animais em choque hemorrágico grave. Em estudos clínicos de hipotensão pós-traumática, foram também observados benefícios com o uso de soluções salinas hipertônicas, principalmente para vitimas de trauma necessitando de cirurgia e nos portadores de trauma craniano e com hipotensão sistêmica. Apesar de extensa investigação laboratorial e de considerável experiência clínica com as soluções hipertônicas, restam por esclarecer aspectos de grande importância clínica, assim como controvérsias que serão avaliadas neste projeto temático... (AU)
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