| Processo: | 22/09236-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2023 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal |
| Pesquisador responsável: | Mayra Elena Ortiz D' Avila Assumpcao |
| Beneficiário: | Mayra Elena Ortiz D' Avila Assumpcao |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Motilidade espermática Embriologia Modelo murino |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Desenvolvimento do concepto | Desenvolvimento embrionário in vitro | Envelhecimento paterno | funcionalidade espermática | modelo murino | motilidade espermática | Embriologia |
Resumo
A associação entre idade paterna avançada e os prejuízos na reprodução ainda é controversa. Diversos estudos relacionam a diminuição da qualidade do sêmen, a alterações no desenvolvimento embrionário, fetal e a saúde da prole ao aumento da idade paterna. No entanto, alguns estudos retrospectivos não observaram alterações tanto no estado seminal quanto nos resultados reprodutivos em homens mais velhos. Essa inconsistência pode ser devido à influência de fatores intrínsecos e externos, como genética, raça, dieta, classe social, estilo de vida e questões éticas óbvias que podem influenciar a avaliação do estado reprodutivo em humanos. A utilização do modelo murino possibilita o estudo prospectivo e deve-se ao estabelecimento de grupos homogêneos e controlados. Este estudo teve como objetivo avaliar o efeito da idade paterna no desenvolvimento embrionário in vitro aos 4,5 dias pós-concepção e no desenvolvimento fetal in vivo aos 16 dias de gestação. Fêmeas murinas (2 - 4 meses de idade) foram acasaladas com machos jovens (4 - 6 meses de idade) e senis (18 - 24 meses de idade). Observamos diminuição in vitro das taxas de clivagem, blastocisto e desenvolvimento embrionário; fetos menores e mais leves no grupo senil em relação ao grupo jovem. Este estudo indicou que a idade paterna avançada impacta negativamente o desenvolvimento embrionário e fetal subsequente. (AU)
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