| Processo: | 22/07496-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa BIOEN - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2026 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Acordo de Cooperação: | FACEPE |
| Pesquisador responsável: | João Carlos Monteiro de Carvalho |
| Beneficiário: | João Carlos Monteiro de Carvalho |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Ana Lucia Figueiredo Porto ; Lívia Seno Ferreira Camargo ; Marcelo Chuei Matsudo ; Marina Ishii ; Milca Rachel da Costa Ribeiro Lins ; Milena de Paiva Cavalcanti ; Romero Marcos Pedrosa Brandao Costa |
| Assunto(s): | Aproveitamento de subprodutos Biodiesel Bioprocessos Ácidos graxos Compostos bioativos Microalgas Vinhaça |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ácidos graxos | Biodiesel | Compostos bioativos | Integração de bioprocessos | microalgas | vinhaça | Aproveitamento de resíduos |
Resumo
A diversificação da matriz energética voltada para o desenvolvimento de um modelo sustentável é uma importante estratégia para o crescimento do País. O Brasil é o segundo maior produtor de bioetanol no mundo, gerando alta quantidade de CO2 e vinhaça como subprodutos. A vinhaça pode ser tratada por biodigestão anaeróbia, gerando CH4 (metano), que é considerado uma energia renovável no mercado emergente. O efluente líquido biodigerido ainda será rico em nitrogênio, fósforo e potássio, o que, juntamente com o CO2, pode ser utilizado como meio nutriente para o cultivo de microalgas. As microalgas têm se destacado como a próxima plataforma de biotecnologia industrial para produzir biocombustível e/ou bioativos. O problema do emprego da microalga para a produção de biocombustível é o alto custo de produção, o que pode ser reduzido pelo uso do efluentes industriais, emprego de microalga geneticamente modificada visando um aumento na produtividade em óleo, e associação da produção do biocombustível com outros compostos de alto valor agregado nas indústrias alimentícias, farmacêuticas e cosméticas. As microalgas são conhecidas por serem fontes naturais, renováveis, sustentáveis e promissoras de vários bioativos. Neste contexto, será avaliado o uso de água residual proveniente do tratamento anaeróbio da vinhaça associado ao CO2 proveniente da digestão para cultivo de microalgas selvagens e geneticamente modificadas para inibição de síntese de carboidrato de reserva visando o acúmulo de lipídios. Ademais, serão analisadas a produção e a purificação de peptídeos e proteínas com atividade (in vitro) anti-hipertensiva, fibrinolítica e leishmanicida obtidos a partir da biomassa microalgal selvagem e mutada visando agregar valor aos produtos gerados. Desse modo, esse projeto contribuiria com o desenvolvimento de uma possível matriz energética sustentável a partir do uso da biomassa microalgal, oferecendo um processo sustentável e eficiente por meio da maximização dos benefícios econômicos, ambientais e sociais. (AU)
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