| Processo: | 22/12332-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2025 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica |
| Pesquisador responsável: | Neri Alves |
| Beneficiário: | Neri Alves |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Presidente Prudente |
| Pesquisadores associados: | Carlos José Leopoldo Constantino ; Jeff Kettle |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 23/14843-1 - Dispositivos eletrônicos baseados em nanomateriais sustentáveis, AP.R SPRINT |
| Assunto(s): | Dispositivos eletrônicos Transistores de efeito de campo Supercapacitores Óxido de zinco Sustentabilidade Diodos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diodo schottky | Eletrônica impressa | Eletrônica sustentável | Supercapacitor | transistor de efeito de campo | ZnO | Dispositivos eletrônicos |
Resumo
A eletrônica do silício moldou a sociedade moderna de modo a ser indissociável de seu cotidiano. Entretanto, essa tecnologia não é compatível com a demanda de uma eletrônica de baixo custo de implementação que produza dispositivos leves, flexíveis, transparentes e de grandes áreas. Neste contexto, a eletrônica impressa surge como uma alternativa que visa suprir as demandas supracitadas e que permite integração com embalagens inteligentes, peças de adorno e acessórios. O avanço do estado da arte da eletrônica impressa deve estar aliado com uma avaliação de impacto ambiental. As estatísticas da Global E-waste Monitor mostram ser alarmante o acumulo de lixo eletrônico, que tem como estimativa atingir 74 milhões de toneladas em 2030. Portanto, conciliar a eletrônica impressa com a sustentabilidade de modo a não repetir as mesmas estatísticas de impacto ambiental da tecnologia mais convencional é um tema muito atual. Neste projeto propõe-se o desenvolvimento de dispositivos eletrônicos, tais como diodos, transistores, transistores eletrolíticos e supercapacitores, que sejam totalmente biodegradáveis e impressos, isto é, que após cumprir sua função degrade no ambiente sem causar danos. Para isso, são necessários substratos que sustentem a estrutura dos dispositivos, bem como tintas condutoras e semicondutoras que sejam todos biodegradáveis. Neste contexto, usaremos como principal semicondutor o óxido de zinco, e serão usados como eletrodos o molibdênio, PEDOT:PSS e materiais a base de carbono e, como isolante usaremos materiais orgânicos ou eletrólitos como água ultrapura, gel iônico a base de celulose e o mel. Esse projeto visa principalmente a caracterização de dispositivos e o estudo das interfaces e condições de deposição que permitam obter os melhores desempenhos para possíveis visando aplicações comerciais. (AU)
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