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Avaliação da morfina intraóssea versus intrarticular na claudicação induzida por lps em frangos

Processo:24/17558-9
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de setembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de agosto de 2027
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária
Pesquisador responsável:Caio José Xavier Abimussi
Beneficiário:Caio José Xavier Abimussi
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:Jaboticabal
Pesquisadores associados: André Escobar ; Bruno Watanabe Minto ; Carlos Augusto Araújo Valadão ; Guilherme Augusto Marietto Gonçalves
Assunto(s):Aves  Anestesia  Analgésicos  Claudicação intermitente  Dor musculoesquelética  Anestesiologia veterinária 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Analgésicos | Anestesia | Aves | Claudicação intermitente | Dor Musculoesquelética | Anestesiologia Veterinária

Resumo

A dor pode alterar as interações sociais de uma ave, como empoleirar-se longe do bando, redução na limpeza social ou interações com o tutor ou tratador. O reconhecimento e a avaliação de um processo álgico nas aves são mais difíceis. Além da escassez de dados há, também, variações no comportamento individual, nas espécies, no momento da interação com o avaliador. Por meio deste estudo propõe-se avaliar e comparar a eficácia da injeção da morfina, pela via intraóssea e intra-articular, na dor inflamatória articular avaliando-se prováveis alterações na deambulação em passarela sensível à pressão Strideway Gait Analysis System - High Resolution. Serão empregados 68 fragos de corte. Preliminarmente, para se determinar a dose de LPS indutora de inflamação articular serão constituídos três grupos de 12 aves os quais receberão LPS na dose de 1 µg/kg, 3 µg/kg e 7 µg/kg, pela via intra-articular. Uma vez determinada, a dose de LPS padrão, outras 56 aves serão distribuídas em 4 grupos para a indução da reação inflamatória articular. Na sequência, de maneira aleatória, a morfina será aplicada por via intra-articular (0,05 mg/kg) ou intraóssea (2 mg/kg) ipsilateral ou contralateral à articulação acometida. Posteriormente, os animais retornarão à passarela de análise da marcha, para que sejam construídos parâmetros comparativos pós-tratamentos. Os dados serão submetidos ao teste de normalidade de Shapiro-Wilk sendo as variáreis paramétricas submetidas à análise de variância (ANOVA) com medidas repetidas seguida de teste de Tukey e apresentadas na forma de média ± desvio padrão. As variáveis não paramétricas serão submetidas ao teste de Friedman com pós teste de Dunn. Diferenças serão consideradas significativas quando p < 0,05. (AU)

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