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Comparando efeitos dinâmicos da barra central e braços espirais na visinhança do sol

Processo:26/03646-9
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Data de Início da vigência: 01 de abril de 2026
Data de Término da vigência: 30 de setembro de 2026
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astrofísica Estelar
Pesquisador responsável:Tatiana Alexandrovna Michtchenko
Beneficiário:Tatiana Alexandrovna Michtchenko
Instituição Sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Vinculado ao auxílio:16/13750-6 - O Brasil no espaço: Astrofísica e Engenharia, AP.ESP
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:barra central | braços espirais | diagonal ridges | Galáxia: dinâmica e cinemática | moving groups | dinámica Galáctica

Resumo

Os efeitos dinâmicos no movimento estelar produzidos pelas perturbações da barra central galáctica e dos braços espirais são investigados separadamente e comparados. As estrelas do catálogo Gaia DR3 são selecionadas na região de completude observável, que estimamos ser de ¿1 kpc do Sol. Aplicamos o modelo 2D do potencial galáctico que consiste em três componentes axisimétricas, o disco, o bojo e o halo de matéria escura, e duas componentes não axisimétricas, a barra central e os braços espirais. A dinâmica estelar é estudada usando técnicas analíticas e numéricas, tais como análise topológica hamiltoniana, construção de mapas dinâmicos nos planos representativos, espectros dinâmicos e secções de Poincaré. Identificamos as principais características dinâmicas na vizinhança solar (SNd), a corotação (CR) e as ressonâncias de Lindblad (LRs). Assumindo que os principais grupos móveis (MGs) na SNd se originam das ressonâncias, comparamos as suas localizações, estruturas e intensidades com as previsões teóricas e fornecemos uma descrição do processo envolvido na formação dos MGs. Além disso, exploramos planos paramétricos ajustando os valores da velocidade de rotação do padrão ¿p com as posições dos MGs, tanto para os modelos de braços espirais como para os modelos de barras, e concluímos que o modelo de braços espirais apresenta melhores resultados quando comparado com os da barra, sob a hipótese da origem dinâmica dos MGs. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
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