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Avaliação do papel da N-acetilcisteína na progressão da doença renal crônica

Processo: 05/57162-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2006 - 31 de dezembro de 2006
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Antonio Carlos Seguro
Beneficiário:Antonio Carlos Seguro
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Insuficiência renal crônica  Estresse oxidativo 

Resumo

A doença renal crônica tem apresentado um aumento gradual e consistente nas suas taxas de prevalência e incidência. As complicações cardiovasculares representam as principais causas de morbi-mortalidade dos pacientes com insuficiência renal. Diversos fatores estão envolvidos na progressão da lesão renal como o sistema renina-angiotensina-aldosterona e o aumento do estresse oxidativo. A N-acetilcisteína tem sido utilizada no tratamento e prevenção de situações clínicas com reconhecido aumento do estado oxidativo, como intoxicação por acetaminofen e nefropatia do contraste. Associadamente, resultados benéficos foram demonstrados na prevenção de eventos cardiovasculares em populações em diálise. Estudo realizado recentemente em modelo insuficiência renal com 5/6 de nefrectomia em ratos demonstrou que a N-acetilcisteina determinou uma melhora de função renal aguda e cronicamente. Cinqüenta pacientes com insuficiência renal crônica receberão N-acetilcisteína e terão sua função renal avaliada pela dosagem de cistatina C, clearance de creatinina e proteinúria. Os equivalentes do ácido tiobarbitúrico, produto de peroxidação lipídica, serão determinados para avaliação do estresse oxidativo. Outros fatores associados à progressão da lesão renal como aldosterona, ácido úrico e marcadores inflamatórios também serão estudados. (AU)

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