| Processo: | 05/60929-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Albetiza Lôbo de Araújo |
| Beneficiário: | Albetiza Lôbo de Araújo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Sistema musculoesquelético Macrófagos Osteopontina Venenos de origem animal Serpentes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bothorops Lanceolatus | Macrofagos | Osteopontina | Regeneracao Muscular | Tnf-Alpha | Venenos Ofidicos |
Resumo
O músculo esquelético tem habilidade de regenerar-se em resposta a vários tipos de injúrias, como as provocadas por traumas físicos ou por isquemia, bem como as induzidas por venenos ou toxinas ofídicas. A regeneração inicia-se com a ativação das células satélites, que iniciam a divisão celular ainda durante o processo degenerativo. O processo de regeneração muscular é muito similar à miogênese, exceto pela infiltração de células inflamatórias no tecido lesado. As células inflamatórias, além de serem responsáveis pelo dano teçidual, são necessárias para a recuperação muscular. É previsível que o papel dos macrófagos no curso da lesão ou reparo muscular, seja mais complexo que o dos neutrófilos, já que são fontes ricas de fatores de crescimento e citocinas, radicais livres além de importante função na resposta imune celular. A presença da osteopontina no citoplasma de macrófagos infiltrantes, sugere sua participação como molécula de adesão de macrófagos nas fibras necróticas. O TNF-α tem uma participação importante na indução e manutenção da inflamação, como também, aumenta a migração de células miogênicas. Nos envenenamentos por serpentes da família Viperidae se observa necrose do tecido muscular, somada a outras alterações locais do tipo vascular, resultando em perda e função do tecido. A mionecrose induzida por estes venenos envolve uma ação direta de toxinas (miotoxinas) sobre as células musculares, além da isquemia do tecido muscular, como conseqüência do sangramento e outras alterações inflamatórias. Considerando-se as alterações teciduais observadas com o veneno de outras espécies de Bothrops, nos propomos estudar a ação do veneno de B. lanceolatus, no músculo gastrocnêmico de ratos, por meio da análise histológica ultraestrutural e imunoistoquímica, utilizando marcadores específicos, para determinar as prováveis proteínas envolvidas na evolução do processo de regeneração do músculo esquelético, após aplicação do veneno. (AU)
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