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Função endotelial na síndrome dos ovários policísticos

Processo: 07/00661-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2007 - 30 de junho de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:José Antonio Miguel Marcondes
Beneficiário:José Antonio Miguel Marcondes
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Endocrinologia  Síndrome do ovário policístico  Resistência à insulina  Doenças cardiovasculares  Marcadores inflamatórios  Mulheres 

Resumo

A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é a desordem mais comum entre as mulheres em idade fértil. Além das anormalidades reprodutivas decorrentes da anovulação crônica e do hiperandrogenismo, a maior parte das pacientes portadoras da SOP apresentam resistência insulínica (RI), desordem que desempenha importante papel no desenvolvimento da síndrome metabólica e confere um aumento significativo para doenças cardiovasculares (DCV). Existem poucos estudos que avaliaram até o momento a presença de evidências de DCV sub-clínica em pacientes com a SOP. Parâmetros não-invasivos são usados em vários estudos como marcadores precoces de doença cardiovascular, como a dilatação mediada pelo fluxo em artéria braquial (DMF), espessura íntima-média (EIM) e rigidez da parede da artéria carótida. Além disso, existem marcadores bioquímicos de inflamação vascular, como interleucina-6, leptina, fator de necrose tumoral-alfa e proteína C reativa. Nós recrutaremos 24 pacientes portadoras da SOP (12 com índice de massa corpórea normal e 12 obesas) com base no Consenso de Rotterdam com idades entre 18 e 35 anos. Também serão recrutadas 24 mulheres sem a síndrome (grupo controle) pareadas para o IMC e idade. As participantes serão avaliadas clínica e laboratorialmente. Elas serão submetidas a dosagens dos perfis hormonal e lipídico, de adiponectina e dos marcadores de inflamação vascular e ao teste de tolerância oral à glicose (0-120 minutos) com 75 gramas para a determinação de RI. A avaliação dos parâmetros vasculares (DMF, EIM e rigidez da parede vascular) será realizada no Laboratório de Pesquisas Clínicas da Unidade de Terapia Intensiva do Instituto do Coração (INCOR) com o auxílio de aparelho de ultra-sonografia, um método não-invasivo. (AU)

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