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Efeito da infecção com Strongyloides venezuelensis no desenvolvimento da encefalite autoimune experimental

Processo: 07/05038-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2007 - 31 de outubro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Alexandrina Sartori
Beneficiário:Alexandrina Sartori
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Autoimunidade  Esclerose múltipla  Encefalomielite autoimune experimental 

Resumo

A necessidade de uma estratégia profilática e/ou terapêutica na esclerose múltipla (EM) é indiscutível. A encefalite autoimune experimental (EAE) em ratos Lewis é vista como um modelo adequado para a investigação destas estratégias. Além disto, vários trabalhos demonstram que o contato com antígenos ambientais, seja na forma de imunização ou infecção, pode diminuir ou até impedir, as manifestações clínicas na EAE/EM. Neste contexto, o objetivo geral desta investigação é caracterizar a infecção primária por Strongyloides venezuelensis em ratos Lewis e avaliar se a mesma modula as características clínicas, imunológicas e histopatológicas da EAE nestes animais. Os objetivos específicos deste trabalho são:1-Comparar a sensibilidade das técnicas OPG e PCR na detecção do parasita em ratos Lewis infectados com diferentes cargas parasitárias; 2-Determinar a rota migratória do parasita em diferentes períodos após a infecção; 3-Acompanhar a cinética da infecção em ratos Lewis para determinar as fases aguda e de recuperação e para avaliar os padrões de resposta imune nestas duas fases; 4-Avaliar o efeito da infecção primária por S. venezuelensis (fase aguda e de recuperação) no desenvolvimento (características clínicas, imunológicas e histopatológicas) da EAE.5-Caracterizar a ativação de células Treg em órgãos linfóides (linfonodo mesentérico e baço) nas fases aguda e de recuperação da infecção. Nossa hipótese de trabalho é que a infecção prévia com S. venezuelensis determine resistência total ou parcial ao desenvolvimento da EAE por determinar uma resposta Th2, uma ativação de células T reguladoras ou ambas. A confirmação desta hipótese permitirá, em projetos subseqüentes, aprofundar esta investigação em várias direções, por exemplo, identificando os antígenos ou frações antigênicas envolvidos nesta proteção e talvez associando estes antígenos com outras moléculas sabidamente imunomoduladoras de processos inflamatórios como as proteínas de choque térmico. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
CHIUSO-MINICUCCI, F.; ZORZELLA-PEZAVENTO, S. F. G.; MARRA, N. M.; PERES, R. S.; FRANCA, T. D. G.; ISHIKAWA, L. L. W.; DA ROSA, L. C.; MIMURA, L. A. N.; TURATO, W. M.; DO AMARANTE, A. F. T.; SARTORI, A. Acute Strongyloides venezuelensis infection did not prevent EAE development: implications for hygiene hypothesis. TROPICAL BIOMEDICINE, v. 33, n. 3, p. 526-534, SEP 2016. Citações Web of Science: 0.

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